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PETRÓLEO, GÁS NATURAL, BIOCOMBUSTÍVEIS E ENERGIAS RENOVÁVEIS
B O L E T I M   N º   2 4 6

RELATÓRIO INFORMATIVO PARA INVESTIDORES DO MERCADO DE CAPITAIS

Notícias ANERTT/Petróleo & Gás Natural - www.portalbrasil.net/anertt
Por Marcílio Novaes Maxxon

São Paulo, 20 de junho de 2008
 

Petróleo em alta eleva salários de executivos
Remuneração nas petrolíferas sobe mais que a média

Os presidentes de empresas do setor energético receberam no ano passado aumentos muito superiores aos de outras indústrias. Mas seria uma remuneração pelo desempenho ou pelos preços altos do petróleo?

Partindo de informações fornecidas pela Capital IQ, a revista Business Week pediu à empresa de pesquisa de remuneração executiva Equilar que analisasse a remuneração dos presidentes das 25 maiores empresas mundiais de capital aberto do setor do petróleo e do gás. O estudo da Equilar descobriu que, para os 12 presidentes das maiores empresas de petróleo de capital aberto sediadas nos Estados Unidos, a remuneração total média aumentou numa proporção mais de quatro vezes superior à remuneração dos executivos do índice das 500 empresas presentes no índice de ações da Standard & Poors.

O salário dos executivos do petróleo está aumentando ao mesmo tempo em que os consumidores estão gastando mais em tudo, desde a gasolina até os alimentos, de entradas para o cinema a passagens de avião. O preço do petróleo bruto atingiu o seu valor de negociação mais alto em todos os tempos, US$ 139,89, no dia 16 de junho. No mesmo dia, o preço da gasolina atingiu outra marca histórica, fechando em US$ 4,08 por galão nos Estados Unidos.

Alguns analistas dizem que esses executivos estão recebendo aumentos salariais com base em fatores fora do seu controle - como o rápido aumento do preço do petróleo -, ao invés de sua habilidade administrativa. "O desempenho superior das empresas de energia deve-se quase inteiramente à alta no preço do petróleo", diz Paul Hodgson, especialista em remuneração executiva da Corporate Library, uma organização de pesquisa em governo corporativo sediada em Portland, Maine. "Mas se negam sua responsabilidade pela alta nos preços do petróleo, por que então eles estão sendo recompensados por ela?"

A Equilar descobriu que a remuneração para os presidentes dos 12 maiores nomes da indústria americana do petróleo aumentou 5,8% de 2006 para 2007, de uma média de US$ 14,6 milhões para uma média de US$ 15,4 milhões. A média das empresas do índice S&P 500 foi de 1,3%, de US$ 8,7 milhões para US$ 8,8 milhões. Nas empresas americanas estudadas, a remuneração inclui o salário-base, bônus, pagamentos relativos a planos de incentivo de curto e médio prazo, valor referente à data de concessão de premiações em ações e opções e outras formas de compensação.

No topo da lista de remunerações de 2007 referente ao setor do petróleo ficou o presidente da Occidental Petroleum, Ray Irani. Ele recebeu um pacote de US$ 33,6 milhões em 2007. O presidente da maior empresa energética dos Estados Unidos recebeu o segundo maior pacote: Rex Tillerson, da ExxonMobil, ganhou US$ 21,6 milhões em 2007.

O porta-voz da Occidental, Richard Kline, diz que o salário de Irani é merecido. "No ano passado, a empresa obteve imensos ganhos com um desempenho fora de série, o melhor do setor", diz Kline. O porta-voz da ExxonMobil, Alan Jeffers, destaca as declarações anuais dos procuradores da empresa, que afirmam que a remuneração dos executivos é aumentada para "atrair e manter os executivos a longo prazo, tendo em vista o interesse da corporação". O antecessor de Tillerson, Lee Raymond, recebeu uma pensão no valor de US$ 98,4 milhões quando se aposentou em 2006, parte de um pacote de remuneração e aposentadoria que totalizou quase US$ 400 milhões.

FONTE: Redação ANERTT por EFE.

Petróleo e setor financeiro espalham nervosismo e Bovespa cai

Enquanto a Bovespa perdia mais de 2,5%, Dow Jones operava abaixo dos 12 mil pontos, menor nível desde março

A sexta-feira é marcada por um forte pessimismo no mercado acionário, com origem principalmente no avanço do petróleo no cenário internacional. Mas as notícias ruins que não cessam no setor financeiro norte-americano também ajudam, com as seguradoras de bônus MBIA e Ambac e também a Washington Mutual no centro das preocupações.

Às 15h31, o Ibovespa registrava queda de 2,54%, aos 64.889 pontos. No mesmo momento, o Dow Jones perdia 1,65% operando abaixo do patamar simbólico dos 12 mil pontos, no menor nível desde 17 de março. O Nasdaq tinha desvalorização de 2,38%, no mesmo horário. Na Europa, o principal índice de ações fechou em baixa de 1,63%, atingindo o menor nível desde 17 de março.

Os preços do petróleo sobem com notícias sobre a simulação de um ataque israelense ao Irã e incertezas em relação ao impacto que o encontro entre nações produtoras e consumidoras da commodity, marcado para domingo na cidade saudita de Jeddah, terá sobre os preços.

Também pesa sobre o setor a notícia de força maior nas exportações da Royal Dutch Shell a partir do campo de petróleo de Bonga, na Nigéria (a medida dá à companhia proteção legal caso ela não consiga cumprir obrigações contratuais). No pano de fundo, segue no foco a preocupação com a saúde do setor financeiro, com várias notícias apontando perspectivas de mais perdas na indústria. No final da manhã, o petróleo na Nymex subia 3,05%, a US$ 135,95 o barril.

Seguradoras

Com complemento ao mau humor do petróleo, o setor financeiro repete o comportamento visto ao longo dos últimos meses de derrubar os mercados financeiros com notícias ruins. As seguradoras MBIA e a Ambac tiveram seus ratings de crédito reduzidos pela Moody's Investors Service, o que pode levar mais pressão nas dívidas dos balanços de bancos e corretoras como Merrill Lynch e Citigroup, afirmam analistas. As ações da Ambac caíam 1,53% e as da MBIA recuavam 9,61% no fim da manhã.

Por causa da redução do rating destas companhias, o custo de proteção contra default na dívida das grandes corretoras de Wall Street está maior. Já a Washington Mutual informou ontem à noite que irá cortar mais 1.200 empregos, principalmente na Califórnia e na Flórida, dois crescentes mercados imobiliários que foram atingidos duramente pela crise de hipotecas.

Com o clima azedo no mercado externo, a Bovespa não teve escolha senão acompanhar. Petrobras não repete o comportamento de alta da véspera e, volátil, iniciou a tarde em queda, embora bem mais contida do que a de sexta.

Vale PNA, outra ação com importante peso na carteira teórica, perdia 2,55%, a R$ 47,46. Na quinta-feira, o presidente da mineradora, Roger Agnelli, admitiu que a pressão nos custos já encareceu o plano de investimentos da mineradora programado até 2012. O cronograma inicial previa recursos de US$ 59 bilhões, mas a inflação nos custos pode elevar o programa de investimentos para a casa dos US$ 63 bilhões.

FONTE: ANERTT por Agência Estado

Refinaria da Petrobras no Texas sofre vazamento e é paralisada

A refinaria Pasadena, no Texas (EUA), que é uma parceria entre a Petrobrás e a Astra, refinaria americana, teve várias unidades paralisadas na quarta-feira (18), devido a um vazamento de vapor.

O comunicado feito pela unidade à Comissão de Qualidade Ambiental do Texas, não informou se a produção da refinaria, que processa 100 mil barris/dia, foi afetada. De acordo com o relatório a paralisação de todas as unidades foi cumprida assim que possível para minimizar as chamas. O incidente foi considerado encerrado às 10 horas (horário de Pasadena) desta quinta-feira (19). Não foram encontrados representantes da refinaria para comentários.

FONTE: ANERTT por Setorial News

Arábia Saudita nega aumento da produção de petróleo

A Embaixada da Arábia Saudita em Londres postou uma nota informando o "erro" veiculado pela mídia, nesta quinta-feira (18), que aquele país teria divulgado um aumento da produção de petróleo em 200 mil barris por dia.

Mais cedo, no mesmo site, a Embaixada tinha colocado esta informação, entretanto, em seguida, quando a notícia já corria o mundo, um funcionário do governo saudita desmentiu o fato, sem detalhar o problema.

No domingo (22), na cidade saudita de Jeddah, haverá um encontro entre os principais países consumidores e produtores de petróleo para discutir como lidar com a escalada dos preços do produto e existe uma crescente expectativa de que a Arábia Saudita - um líder de fato da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) - pode aproveitar o evento para anunciar um aumento da produção.

Na semana passada, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que a Arábia Saudita o havia informado de que planejava aumentar a produção em 200 mil barris diários a partir de julho.

FONTE: ANERTT por Setorial News

Região gasífera boliviana define últimos detalhes para seu referendo autonômico

A região de Tarija, onde estão concentradas 85% das reservas de gás da Bolívia, realizará neste domingo um referendo para a adoção de um regime autonômico, num ato de rebeldia contra o presidente Evo Morales, que já suspendeu duas viagens em seis dias a esse departamento por protestos contra a sua visita.

Caso a autonomia seja aprovada (as pesquisas apontam que 75% dos votos seriam favoráveis ao ´Sim´), Tarija se tornará o quarto departamento boliviano a aprovar sua autonomia, depois de Santa Cruz, Beni e Pando, que organizaram seus referendos entre maio e junho.

O departamento do sul da Bolívia, com 38.000 km2 e 400.000 habitantes na fronteira com a Argentina e o Paraguai, tem registrado tensões prévias à consulta deste domingo.

Há a preocupação de que haja violência entre grupos pró-autonomia e partidários do governo de Evo Morales, que pretendem atrapalhar o referendo.

Na quarta-feira, Morales se viu obrigado a suspender pela segunda vez em seis duas um ato público na região para evitar protestos contra seu governo, convocados pela oposição.

O presidente viajaria a Tarija - capital do departamento de mesmo nome - para entregar ambulâncias e recursos econômicos, mas setores cívicos se mobilizaram nas imediações do aeroporto local e em estradas próximas, que bloquearam para evitar a chegada de Morales.

No sábado passado, Morales tinha uma reunião marcada com o presidente paraguaio, Nicanor Duarte, e com o presidente recém-eleito deste país, Fernando Lugo, na cidade de Villamontes, em Tarija, mas uma mobilização civil fez com que o governo decidisse realizar a reunião em uma guarnição militar.

Um dia antes, o presidente tampouco pôde inaugurar uma ponte no departamento de Santa Cruz (leste da Bolívia), feudo da oposição.

Em declarações reproduzidas pelo jornal La Razón nesta quinta-feira, o porta-voz da presidência Iván Canelas disse que está preocupado com o cancelamento das viagens de Evo Morales a vários pontos do país, como Pando e Sucre.

Sobre as pessoas que protestam para evitar a chegada do presidente a suas cidades, Canelas afirmou que "nos preocupam muito, porque são atitudes delituosas das mesmas pessoas que vão de um lugar para outro. Não queremos que comece um processo de violência, mas (...) não permitiremos que estes grupos que exportam violência causem problemas em toda parte".

Desde que Morales assumiu a presidência da Bolívia, em janeiro de 2005, passou pot fortes enfrentamentos com as regiões de Santa Cruz, Beni, Tarija e Pando, conhecidas como a ´meia-lua´ e responsáveis por 45% do Produto Interno Bruto do país.

Esses quatro departamentos foram avançando até conseguir suas autonomias, que o governo central se nega a reconhecer.

Por outro lado, Morales impulsiona um projeto de Constituição de cunho indigenista e estadista que a oposição considera ilegítimo, por ter sido aprovado na Assembléia Constituinte sem debate nem consenso.

Com duas visões de país tão diferentes e sem que a crise se resolva, aproxima-se o dia 10 de agosto, quando os bolivianos votarão num referendo destinado a revogar ou confirmar os mandatos de Morales, de seu vice-presidente e dos nove prefeitos departamentais.

FONTE: ANERTT por AFP

Produção de gás será totalmente nacional a partir do ano que vem

Todo o gás natural consumido na região será de origem nacional a partir do final de 2009. A perspectiva se baseia nas operações no Campo de Lagosta, com previsão de início até dezembro e pelas quais será possível triplicar a produção — de 800 mil para 2,5 milhões de metros cúbicos diários de gás.

A estimativa foi apresentada ontem à tarde pelo gerente-geral da Unidade de Negócio da Bacia de Santos (UN-BS), da Petrobras, José Luiz Marcusso, em palestra para jornalistas na Redação de A Tribuna. ‘‘Com a operação, vai se atender a todo o mercado da Baixada Santista com gás nacional’’, confirmou.

O Campo de Lagosta fica a seis quilômetros do de Merluza, por sua vez situado a 184 quilômetros da costa de Praia Grande e de onde saem os atuais 800 mil metros cúbicos de gás por dia. Parte da produção desses campos abastecerá a futura Usina Termoelétrica Euzébio Rocha, em Cubatão, que suprirá as necessidades da Refinaria Presidente Bernardes.

A expansão tenta seguir a demanda. Segundo Marcusso, o consumo diário de gás natural, no Brasil, se aproxima dos 50 milhões de metros cúbicos. Trinta milhões chegam ao País pelo gasoduto Brasil-Bolívia, por onde é importado desde 1999. Em três ou quatro anos, o consumo deverá passar de 100 milhões de metros cúbicos por dia.

PETRÓLEO

A Petrobras também espera crescimento na produção de petróleo. Em especial, na Bacia de Santos, que se estende do Rio de Janeiro a Santa Catarina. Uma reserva recentemente descoberta, a de Tupi, tem capacidade calculada em até 8 bilhões de barris. Um projeto-piloto de exploração começa em 2009.

Marcusso comentou que as reservas comprovadas, no País, são de 14 bilhões de barris e poderão durar mais 40 ou 50 anos. ‘‘Temos auto-suficiência consolidada para os próximos dez anos’’.

Tal prazo deve se estender à medida que se utilizam novas tecnologias de extração do produto e se identificam reservas em alto-mar, a profundidades maiores. ‘‘O auge da Bacia de Santos deve ocorrer em 15 anos’’, previu o gerente.

O País, no entanto, ainda importa óleo leve: as refinarias brasileiras ainda não estão adaptadas para processar todo o óleo pesado nacional — transformado em óleo combustível. ‘‘Exportamos certa quantidade de óleo pesado e, em troca, recebemos óleo leve (para produtos ‘‘mais nobres’’), no mesmo valor’’.

BASE AÉREA

Também no próximo ano, trabalhadores que atuam em plataformas de produção de petróleo e gás natural partirão e desembarcarão na Base Aérea de Santos, em Vicente de Carvalho (Guarujá).

José Luiz Marcusso disse que ‘‘temos um memorando de entendimento com o Comando da Aeronáutica’’. Os pontos atuais, no Aeroporto de Itanhaém, de Jacarepaguá (RJ) e Navegantes (SC), serão mantidos.

Tupi

O gerente-geral da UN-BS contou que um projeto-piloto, denominado Teste de Longa Duração, ocorrerá no Campo de Tupi, na Bacia de Santos, talvez ainda no primeiro semestre de 2009. Produzido sob encomenda pela empresa norueguesa BW, será usado para ‘‘testar a produtividade’’ de Tupi. A embarcação terá capacidade inicial para 30 mil barris diários de petróleo.

Preços

José Luiz Marcusso explicou que, apesar do aumento na produção e na demanda por combustíveis, o preço do barril de petróleo (cotado a quase US$ 140, ou cerca de R$ 225,00) continua a subir por causa de ‘‘um movimento especulativo forte e pressões inflacionárias fora do Brasil’’. E a produção cresce justamente pela maior cotação. ‘‘Muita jazida não foi explorada no passado porque teve preço baixo’’.

FONTE: ANERTT por A Tribuna - Baixada Santista

Termelétricas ampliarão a produção de carvão

A Companhia Riograndense de Mineração (CRM) torce pela confirmação da implantação de projetos termelétricos no Rio Grande do Sul para criar oportunidades de negócios para a estatal.

O diretor-presidente da empresa, Telmo Kirst, destaca que, provavelmente, as térmicas da CTSul e da Cibe Energia participarão do leilão de energia que será realizado em agosto e, em caso de sucesso, significarão novos contratos de fornecimento de carvão.

O acordo da CRM com a

CTSul estabelecerá um "take or pay" (obrigatoriedade de pagar um volume mínimo) de 1,3 milhão de toneladas de carvão ao ano, podendo chegar a um fornecimento anual de até 2,5 milhões de toneladas.

As negociações com a Cibe Energia implicariam a operação de uma mina com capacidade de produção de até 5 milhões de toneladas ao ano.

Kirst detalha que o projeto da Cibe Energia trata-se de uma termelétrica com uma potência de 700 MW a ser instalada no município de Candiota e abastecida por uma nova mina da CRM.

Já a CTSul planeja implementar uma usina de 650 MW, em Cachoeira do Sul.

Os dois complexos juntos, operando à plena capacidade, corresponderiam a cerca de 37% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul.

A CRM pretende atender às demandas dessas empresas através da jazida do Iruí (que abrange os municípios de Cachoeira do Sul, Rio Pardo e Encruzilhada do Sul) e pela jazida de Candiota.

No entanto, para esses planos saírem do papel, é necessário que as usinas consigam vender sua produção de energia em leilões que são promovidos pelo governo federal.

Dentro do modelo do setor, os leilões viabilizam a venda de energia dos projetos que têm o menor custo de geração.

Um empreendimento que conseguiu sair vitorioso de uma disputa como essa e que já firmou contrato com a CRM é o projeto da Fase C da Usina Termelétrica Presidente Médici da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE).

A usina, também conhecida como Candiota 3, terá capacidade para 350 MW e iniciará suas operações em janeiro de 2010.

A CRM deverá mais que duplicar a sua produção na mina de Candiota, passando de uma produção média de 2 milhões de toneladas ao ano para 4,3 milhões de toneladas ao ano, para atender à Fase C.

Para este ano, a CRM tem uma expectativa de produção de 1,74 milhão de toneladas de carvão vendável.

O nível de produção deverá corresponder a um faturamento de R$ 91 milhões.

FONTE: ANERTT por Jornal do Commercio/RS

Chávez ameaça cortar vendas de petróleo para a UE

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ameaçou cortar a oferta de petróleo para a União Européia (UE) por causa da diretriz antiimigração que foi recentemente aprovada pelo bloco regional. "Pelo menos nosso petróleo não deve alcançar os países que aplicarem aquela diretriz", disse Chávez durante um evento oficial. O presidente da Venezuela também pediu publicamente ao seu ministro de Relações Exteriores para revisar os investimentos europeus na Venezuela com pretensão de uma possível retaliação contra a nova diretriz antiimigração da União Européia. As informações são da Dow Jones.

FONTE: ANERTT por Agencia Estado

Petrobras investe em projeto no Tecnopuc

A Petrobras está investindo R$ 9,5 milhões no Centro de Excelência em Pesquisa sobre Armazenamento de Carbono (Cepac), localizado dentro do Parque Científico e Tecnológico (Tecnopuc) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs).

Criado a partir da parceria com a empresa, o centro está focado na realização de pesquisas que influenciarão diretamente na escolha apropriada de locais para armazenamento de carbono.

O Cepac foi inaugurado em outubro de 2007 e, desde março, está instalado definitivamente dentro do Tecnopuc.

São 12 pesquisadores, 14 professores da universidade e 26 bolsistas de graduação, mestrado e doutorado trabalhando.

Os recursos foram anunciados no Diário Oficial e a expectativa é de que estejam disponíveis em 30 dias.

A partir daí, o Cepac inicia a compra dos equipamentos, a maioria deles importados, o que deve levar de três a seis meses.

No início do próximo ano, essas novas tecnologias já estarão operando.

O gerente de projetos do Cepac, Eduardo Bandeira Maia, explica que esse investimento vai ampliar em dez vezes o poder de processamento analítico do centro, tornando-o o único da América Latina com esse poder de equacionamento.

"Vamos concentrar aqui algumas análises que antes só podiam ser feitas com precisão nos centros de pesquisa da Petrobras", relata o gestor, destacando que esse segmento é estratégico para o Rio Grande do Sul, já que 90% das reservas de carvão brasileiras estão localizadas em território gaúcho.

Os estudos nesse segmento são importantes para a Petrobras porque ajudam a dar sustentabilidade para a atividade do petróleo.

A meta é que as tecnologias pesquisadas tornem possível o uso de combustível como forma de obter a energia e, ao mesmo tempo, fazer com que os gases resultantes desse processo sejam armazenados a cerca de dois quilômetros abaixo da terra, simulando o que a natureza já faz com o petróleo.

A Petrobras já vem realizando há alguns anos, em parceria com instituições internacionais e nacionais, como o Cepac, projetos de pesquisa em escala piloto e de demonstração de armazenamento geológico de carbono em camadas de carvão, campos de petróleo e aqüíferos salinos em diversas bacias sedimentares brasileiras.

Ministério e Finep lançam programa de R$ 1,3 bilhão para inovação

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e sua agência Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) assinam na próxima quinta-feira um acordo com 18 incubadoras-âncora de empresas selecionadas em todo o País para operar o Programa Primeira Empresa Inovadora (Prime).

O Prime vai investir R$ 1,3 bilhão nos próximos quatro anos em empresas nascentes de base tecnológica.

Estarão presentes o ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, e o presidente da Finep, Luis Fernandes.

Eduardo Costa, diretor de inovação da agência, diz que, até 2011, o Prime deverá contemplar cerca de 5 mil empresas com grande potencial de crescimento e que apostem no diferencial inovador como estratégia de competitividade.

Neste primeiro edital, a Finep vai disponibilizar R$ 216 milhões.

As incubadoras serão responsáveis pela seleção dos empreendimentos e pelo repasse da verba.

FONTE: ANERTT por Jornal do Commercio/RS

Funcionária da Petrobrás é superintendente da ANP

Titular da Superintendência de Exploração e Produção da Agência Nacional do Petróleo (ANP), a engenheira Magda Chambriard é funcionária da Petrobrás, empresa à qual se mantém vinculada pela folha de pagamentos.

Foram dela os pareceres que fundamentaram a prorrogação de prazos de blocos exploratórios na região do pré-sal para a estatal, mesmo após o vencimento previsto no contrato de concessão, conforme noticiou o Estado na quarta-feira.

Magda foi cedida pela Petrobrás à ANP em 2002, a convite do diretor Newton Monteiro, funcionário aposentado da estatal.

Em 2005, subiu à função de superintendente, em uma decisão não consensual na diretoria.

A ANP confirmou que a superintendente é funcionária cedida pela Petrobrás, mas alegou que a nomeação foi avalizada por um parecer da comissão interna de ética.

Embora não seja ilegal, a situação gera críticas a respeito do conflito de interesses resultante de uma funcionária paga por empresa regulada atuar no órgão regulador.

Ao ser convidada, Magda poderia ter optado por ficar só com o salário da ANP, receber 50% do salário de cada entidade, mas preferiu manter os rendimentos obtidos na Petrobrás.

Sua contratação foi baseada em procedimento comum na concessão de funcionários público entre estatais.

"Se fosse da Petrobrás para o BNDES, não teria problema nenhum, apesar de já ser questionável o fato de a petroleira não ser 100% estatal.

Mas, em uma relação entre reguladora e regulada, mostra que o governo ainda não entendeu como funciona uma agência", diz o consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura.

Indagado, o ex-diretor da ANP John Forman disse que "não seria adequado que qualquer executivo de empresa regulada exercesse cargo na ANP".

"E se fosse um executivo da Shell? A Petrobrás não acharia a relação promíscua?", questionou outro ex-diretor da ANP, que preferiu não se identificar.

Executivos lembram que a equipe inicial da ANP foi montada com participação de funcionários desligados ou aposentados da Petrobrás, mas destacam que a situação deveria ser transitória.

Entre as atribuições do superintendente de exploração está "analisar e aprovar" o programa exploratório das concessionárias, assim como os Planos de Avaliação de Descobertas.

Nos casos levantados pelo Estado, a superintendência ocupada por Magda permitiu que a Petrobrás mudasse o programa de perfuração de poços nos blocos do pré-sal, além de estender o prazo exploratório dessas concessões.

O primeiro poço, de Júpiter, por exemplo, foi comunicado ao mercado quatro meses após o vencimento do segundo período exploratório, que previa a perfuração de dois poços ou a devolução de 75% da área concedida.

A prorrogação do prazo não foi homologada pela diretoria da agência.

FONTE: ANERTT por O Estado de São Paulo

Mercado imobiliário dá preferência ao Gás Natural

Seja pela economia ou pela comodidade, atualmente, o Gás Natural se tornou uma fonte de energia muito requisitada, principalmente pelo setor imobiliário. Arquitetos, engenheiros e todos os interessados em adquirir um domicílio estão dando preferência aos prédios que utilizam o produto em sua estrutura. Só em Maceió, mais de 25 mil unidades residenciais contrataram o Gás Natural e a estimativa é que, dentro de dois anos, esse número venha a dobrar.

E a justificativas são várias, já que o número de possibilidades de utilização para este mercado é imenso. O produto pode ser usado no fogão, na lavadora, na secadora e até na churrasqueira, proporcionando uma melhor comodidade e agilidade para o novo padrão de vida alagoano, que cada vez clama por maiores possibilidades de inovação que tragam maio comodidade para as ações do dia-a-dia.

Outra vantagem do gás natural, segundo a Gás de Alagoas S.A - Algás, é a extinção definitiva dos terríveis problemas causados no banho quente do chuveiro elétrico. Com o gás natural, entra em ação a potência do aquecedor de água e de piscina, que além de dar o conforto de um banho com temperatura adequada e constante, chega a fornecer um fluxo de água bem maior que o chuveiro convencional.

Além de tudo, o Gás Natural é um combustível de queima limpa e eficiente que ainda oferece um efeito considerável na redução de custos. Segundo a Algás, o consumidor só paga o que gasta e não precisa se preocupar com o fornecimento que, neste caso, é contínuo. Isso sem falar na alta segurança operacional, já que as instalações do produto seguem uma legislação específica.

E o resultado de todas essas vantagens pode ser comprovado justamente pela preferência dada pelas construtoras em suas obras. Em Maceió, a lista de estabelecimentos residenciais que estão aderindo ao Gás Natural é bastante considerável e não se restringe aos bairros próximos a orla, contando com bairros como o Pontal da Barra, Farol e, mais recentemente, o Santa Amélia. Esses dados colocam o Estado como um dos pioneiros na distribuição desta fonte de energia para o ramo imobiliário.

FONTE: ANERTT por GazetaWeb

Petrobras nega desrespeito a prazo para explorar blocos do pré-sal

A Petrobras negou ter extrapolado prazos e garantiu nesta sexta-feira que a extensão da exploração nos blocos Júpiter (BM-S-24) e Caramba (BM-S-21) foi feita de forma legal. Em nota, a estatal alega que pediu a prorrogação dos prazos de exploração à ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e foi atendida.

Ainda de acordo com a Petrobras, a perfuração na área do pré-sal foi determinante para que os trabalhos de exploração nos blocos fosse atrasada. A perfuração na nova fronteira exploratória encontrou dificuldades na liberação ambiental e na contratação de sondas que chegassem a profundidades maiores.

"Assim, os concessionários solicitaram à ANP o prolongamento do segundo período da fase exploratória, o que foi legalmente autorizado pela Agência, mantido o prazo final de exploração (agosto de 2009)", informa a nota.

O cronograma dos blocos prevê que a fase exploratória seja dividida em três fases, ao longo de oito anos. O primeiro e o segundo tem duração de três anos, cada, e a última fase leva dois anos. Em cada fase, as empresas concessionárias têm que cumprir um cronograma mínimo, que inclui a aquisição de programas sísmicos e a perfuração de poços.

Os programas em Júpiter e Caramba foram iniciados em 29 de agosto de 2001, com a primeira fase sendo cumprida normalmente. Para a segunda fase, previa-se a perfuração de dois poços em cada bloco. Segundo a Petrobras, com a possibilidade de se atingir a camada pré-sal, foi pedida a prorrogação, dada pela ANP.

"As descobertas de petróleo e gás natural realizadas nos blocos BM-S-21 e BM-S-24, com a perfuração dos poços 1-SPS-51 (1-BRSA-526-SPS) e 1-RJS-652 (1-BRSA-559-RJS) ocorreram, portanto, dentro da fase de exploração prevista no contrato de concessão, cumprindo o compromisso do segundo período", conclui a nota.

FONTE: ANERTT por Folha On Line

*A ANERTT, é signatária do Pacto Global: O Pacto Global é essencial para a parceria entre o setor privado e as Nações Unidas no combate efetivo a CORRUPÇÃO.

AS MATÉRIAS, E SUAS RESPECTIVAS INFORMAÇÕES, SÃO DE RESPONSABILIDADE DO DR. MARCÍLIO NOVAES MAXXON, PRESIDENTE DA ANERTT


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