Brasília

Informações Gerais:

Bandeira de Brasília

País: Brasil Unidade Federativa: Distrito Federal Região Intermediária e Imediata: Distrito Federal Região Metropolitana: Distrito Federal e Entornos Municípios Limítrofes: Águas Lindas de Goiás/ Cidade Ocidental/ Cristalina/ Formosa/ Novo Gama/ Santo Antônio do Descoberto/ Padre Bernardo/ Planaltina/ Valparaíso de Goiás e Cabeceira Grande. Fundação e Aniversário: 21 de abril de 1960 Área Total: 5.760,784 km² População Total: 3.055.149 habitantes Posição: BR: 3º (mais populoso) Densidade: 444,66 hab/km² Clima: Tropical Altitude: 1171 m Fuso Horário: Horário de Brasília (UTC-3) IDH: 0,824 – muito alto – (PNUD/2010) Posição: BR: 9º (no rancking de melhor IDH) PIB: R$ 254 817 204,69 mil – (IBGE/2018) Posição: BR: 3º (lista dos municíos por PIB) PIB per Capita: R$ 85 661,39 – (IBGE/2018) Lema: Venturis ventis (Latim: “Aos ventos que hão de vir”) Apelidos: “Capital Federal” / “Capital da Esperança” / “Cidade-Parque” / “Capital Mundial das Águas” Gentílico: brasiliense candango Coordenadas: 15° 47′ 38″ S 47° 52′ 58″ O Padroeiro: Nossa Senhora Aparecida

Telefones úteis no DF

  • Acidentes de Trânsito – (61) 3340-6621
  • Aeroporto Internacional de Brasília – (61) 3364-9000
  • Atendimento ao Usuário – Metrô-DF – (61) 3353-7373 
  • Companhia Energética de Brasília – CEB – 0800-610196
  • CVI – Centro de Valorização do Idoso – 0800-6441401
  • Delegacia da Mulher – (61) 3244-3400
  • Delegacia de Proteção ao Menor e ao Adolescente – (61) 3361-1049
  • Polícia Federal – (61) 3311-8000
  • SOS Criança – 1407

ÍNDICE

  1. Introdução
  2. Hino
    2.1 Hino Não Oficial
  3. Registro Fonográfico
  4. Gentílico
  5. História
  6. Primórdios
  7. Idealização
  8. Elaboração de um Projeto e Construção
    8.1 Plano Piloto de Brasília
    8.2 Construção
    8.3 O Avião e as Asas
    8.4 Particularidades
  9. Patrimônio Urbanístico
  10. Patrimônio Arquitetônico
  11. Geografia
  12. Clima
  13. Demografia
  14. Região Integrada
  15. Diversidade Social e Marginalidade
  16. Governo
    16.1 Lista dos Deputados Distritais
    16.2 Senadores Eleitos
    16.3 Deputados Federais
  17. Limitação Territorial e Administrativa
  18. Cidades-Irmãs
  19. Economia
  20. Turismo
    20.1 Zoológico
    20.2 Shhoppings Centers
  21. Infraestrutura
  22. Saúde
    24.1 Lista dos Hospitais
  23. Comunicação
  24. Cultura
    26.1 Museus
  25. Música
  26. Esportes
  27. Feriados
  28. Religião
  29. Páginas Oficiais de Brasília

1. Introdução

Congresso Nacional, o maior símbolo de Brasília, projetado por Niemeyer

Brasília é a capital federal do Brasil e similarmente a matriz de governo do Distrito Federal. A capital encontra-se na região Centro-Oeste do Brasil, no decorrer da região geográfica conhecida como Esplanada Central. De acordo com estima do Instituto Brasileiro de Geografia e Recenseamento (IBGE) para 2018, seu número residentes era de 2 974 703 munícipes(4 284 676 em sua região metropolitana), dessa forma, o terceiro município mais populoso do país. Brasília é inclusive a quinta concentração urbana mais populosa do Brasil. A capital brasileira é conhecida como o maior município do mundo construída no século XX. O município tem o maior produto interno bruto per capita em semelhança às outras capitais, o quarto maior PIB em correlação as principais cidades da América Latina e quase 3 vezes maior que a renda média brasileira. Como capital nacional, Brasília aloja a matriz dos 3 poderes da República (Executivo, Legislativo e Judicial) e 127 embaixadas estrangeiras. A administração do planejamento do município, como o posicionamento dos prédios residenciais em notáveis áreas urbanas, a construção do município a partir de notáveis avenidas e a sua partilha em setores, tem motivado discussões sobre o estilo de vida nas cidades enormes no século XX. O projeto da município a separa em blocos numerados, de setores para atividades pré-determinadas, como o Setor Hoteleiro, Bancário ou de Embaixadas.

Projeto Piloto de Brasília

O plano urbanístico inédito da capital, denominado como ” Plano Piloto “ ( nome que foi oferecido a região administrativa no qual encontra-se localizada), foi produzido pelo urbanista e alarife Lúcio Costa, que, beneficiando-se do relevo da área, adequou-o a proposta do lago Paranoá, idealizado em 1893 pela Missão Cruls. O município começou a ser estruturado e expandir-se em 1956 por Lúcio Costa, pelo similarmente arquiteto Oscar Niemeyer e pelo engenheiro estrutural Joaquim Cardozo. Teve sua Abertura em 21 de abril de 1960, pelo nessa ocasião presidente Juscelino Kubitschek, Brasília tornou-se oficialmente a terceira capital do Brasil, depois de Salvador e Rio de Janeiro. Analisada de cima, o principal setor do município é descrita frequentemente como tendo o formato de um avião, porém a asserção principiante de Lúcio Costa era de que se assemelhasse ao sinal da cruz, e um dos eixos foi em seguida arqueado para se acertar a saliência da região. O município possui uma constituição própria no Brasil, já que é uma divisão administrativa destacada de um município legal, como outras cidades brasileiras, similar com o que ocorre com Washington, D.C., nos Estados Unidos, e com Camberra, na Austrália. O município, usualmente conhecida como “ Capital Federal ” ou “BSB“, é conhecida como uma Herança Mundial pela UNESCO, congruente ao seu conjunto arquitetônico e urbanístico e tem a maior região tombada do mundo, com 112,5 quilômetros quadrados.

2. Hino de Brasília

Em 8 de abril de 1960, o primeiro colégio de Brasília, Caseb, recebia cinquenta e nove professores de todo o país. Entre eles, estava a pianista e professora de música Neusa França, que decidiu compor um hino para a cidade. A letra de Geir Nuffer foi adicionada meses depois. A prévia apresentação ocorreu em 16 de maio de 1960, na inauguração do Caseb, na presença do então presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek.

Letra

Estribilho
Todo o Brasil vibrou
E nova luz brilhou
Quando Brasília fez maior a sua glória!

Com esperança e fé
Era o gigante em pé
Vendo raiar outra Alvorada em sua História!

I
Com Brasília no coração
Epopeia surgiu do chão
O candango sorri feliz
Símbolo da força de um país

(Estribilho)

II
Capital de um Brasil audaz
Bom na luta, melhor na paz
Salve o povo que assim te quis
Símbolo da força de um país!

(Estribilho)

2.1 Hino não-oficial

Há um hino não-oficial em cortesia à Brasília, de Capitão Furtado(oriundo Ariovaldo Pires) e com o regente italiano Enrico Simonetti, que habitualmente é conhecido como o hino oficial, por ser mais popular.

3. Registro fonográfico

O primeiro documento fonográfico do Hino de Brasília foi tardio. Com a proibição do Governo Militar, atos culturais e intelectuais de certas categorias ou cidadãos eram impraticáveis. Em K7, a memorização, ocorrida em 1986, se deu pela Orquestra Sinfônia do Teatro Nacional de Brasília, sob a liderança de seu criador, regente Cláudio Santoro. Uma das associadas era a respectiva compositora, Neusa França. Acerca de 1990, reuniu-se, em um cortejo, trinta composições sobre a capital. A gravura, sob a liderança de Silvio Barbato, no estilo de LP. Oito anos após, o Hino a Brasília era registrado em CD, com o ajuda de deputados da Órgão Legislativo do Distrito Federal.

4. Gentílico

Brasiliense ” é o denominação que se faz a quem nasceu em Brasília. “Candango” é outra expressão empregado para representar os brasilienses, sendo, a princípio, empregado para se mencionar as equipes de mão de obra que, na sua maior parte provenientes da Área Nordeste do Brasil, migravam em direção a futura capital para dedicar-se em sua construção. Uma das vertentes etimológicas diz que o termo “candango” vem da expressão quimbundo kangundu, diminutivo de kingundu ( difícil, ordinário, vilão ). Era a palavra utilizada pelos africanos para constituir os portugueses. De acordo com o dicionário Michaelis, “candango” significa: ” trabalhador, educando oriundo de fora da área para instauração de habitação. Nome com que se designam os trabalhadores comuns que colaboraram na obra de Brasília.”

5. História

Eixo Monumental visto da Torre de Televisão

A História de Brasília, a capital do Brasil, localizada no Distrito Federal, iniciou com as primeiras convicções de uma capital brasileira no meio da localidade nacional. A negação de interiorizar a capital do país parece ter sido sugerida a primeira vez em meados do século XVIII, ou pelo Marquês de Pombal, ou pelo cartógrafo italiano a sua prestabilidade Francesco Tosi Colombina. A projeto foi retomada pelos Inconfidentes, e foi reforçada logo após a aparecimento da corte portuguesa ao Rio de Janeiro em 1808, no momento em que este município era a capital do Brasil. A primeira citação ao nome de Brasília para o futuro município apareceu em um impresso inédito divulgado em 1822, e a partir disso portanto sucessivos esboços apareceram propondo a interiorização. A primeira Formação da República, de 1891, fixou legalmente a área em que teria que encontrar-se instalada a futura capital, porém foi apenas em 1956, com a eleição de Juscelino Kubitschek, quo teve começo a efetiva obra do município, inaugurado ainda assim incompleta em 21 de abril de 1960 depois de um estreitado cronograma de serviço, conduzindo-se um plano urbanístico de Lúcio Costa e uma instrução arquitetural de Oscar Niemeyer. Os edifícios mais complexos, tal como os palácios e a catedral, seguiram os esboços estruturais realizados pelo engenheiro Joaquim Cardozo. A seguir desta época iniciou-se a mudança dos principais órgãos da gerência federal para a nova capital, e no início do decêndio de 1970 aparecia em absoluto andamento. No desenrolar de sua curta narrativa, Brasília, como capital nacional, testemunhou uma enxurrada de comemorações essenciais e foi palco de notáveis manifestações populares. Planejada para acolher 500 mil moradores em 2000, de acordo com elementos do IBGE ela nesta época possuía 2,05 milhões, sendo 1,96 milhões na região urbana e em torno de 90 mil na região campestre. Esse é somente um dos paradoxos que trazem cor para a narrativa de Brasília.

Monumento de Brasília

Idealizada como um ensinamento de disciplina e eficácia urbana, como um incentivo de vida moderna e confiante, que teria que ser um molde de convívio harmonioso e integrado entre todas as classes, Brasília sofreu na realização necessárias distorções e adaptações em seu rascunho idealista primitiva, favorecendo um desenvolvimento bagunçado e explosivo, separando as classes baixas para a periferia e consagrando o Plano Piloto para a utilização e moradia das elites, além de sua disposição urbana não ter se mostrado tão convidativa para uma convivência sociável involuntário e privado como imaginaram seus criadores, ao menos para os primeiros de seus moradores, que estavam habituados a tradições distintos. Controversa a partir de o início, custou aos cofres públicos um dinheirão, nunca mensurada precisamente, o que esteve certamente entre os motivos das crises financeiras nacionais dos anos seguintes à sua obra. A proposta foi combatida como uma maluquice por vários, e por vários aclamado como uma solução visionária e grandiosa ao desafio da renovação brasileira. A construção de Brasília teve um choque fundamental na globalização do Centro-Oeste à vida econômica e sociável do Brasil, porém enfrentou e, tal como todas as cidades enormes, também enfrentam nos dias de hoje sérias complicações de moradia, trabalho, higienização, segurança e outrem mais. Por outro lado, a rancor das polêmicas em seus arredores, consolidou oficialmente sua atividade como capital e tornou-se o núcleo verdadeiro da vida na comunidade, e tornou-se similarmente um emblema mundial a começar por sua consagração como Legado da Bondade em 1987, sendo reconhecida por vários autores como um dos mais essenciais esboços urbanístico-arquitetônicos da história.

6. Primórdios

Palácio do Planalto, em Brasília

Antes do aparecimento dos europeus ao continente norte-americano, a parte central do Brasil era ocupada por indígenas de linhagem linguístico macro-jê, tal como os acroás, os xacriabás, os xavantes, os caiapós, os javaés, etc. No século XVIII, a presente área ocupada pelo Distrito Federal brasileiro, próxima à linha do Tratado de Tordesilhas, que dividia os domínios portugueses dos espanhóis, tornou-se direção de sentido para os garimpeiros de berço português em rumo às minas de Mato Grosso e Goiás. Dia dessa fase a consolidação do povoamento de São Sebastião de Mestre d’Armas ( real área administrativa de Planaltina, no Distrito Federal ). Em 1761, o Marquês de Pombal, assim sendo primeiro-ministro de Portugal, programou modificar a capital do reino português para o interior do Brasil Colônia. O escritor Hipólito José da Costa, criador do Correio Braziliense, primogênito noticiário brasileiro, editado em Londres, redigiu, em 1813, artigos em intervenção da interiorização da capital do país para um setor “próxima às vertentes dos caudalosos rios que se dirigem para o norte, sul e nordeste”. José Bonifácio, o Chefe da Libertação, foi a primeira figura a se entregar à futura capital do Brasil, em 1823, como “Brasília”.

7. Idealização

Fotos das Obras de Brasília

A partir da primeira formação republicana, de 1891, existia um aparelho que antecipava a oscilação da Capital Federal do Rio de Janeiro para o interior do país, apontando como “ relacionado à União, na Planalto Central da República, uma região de 14 400 quilômetros quadrados, que será na situação apropriada demarcada, com o objetivo de lhe estabelecer-se a futura Capital Federal “. Ato interessante dessa data foi o sonho premonitório do pároco italiano São João Bosco, no qual disse ter percebido alguma região de riquezas e bonança situada próxima a uma lagoa e entre os paralelos 15 e 20 do Hemisfério Sul. Acredita-se que a visão do padre tenha sido um presságio em relação a futura capital brasileira, pelo qual o pároco, posteriormente santo, tornou-se o padroeiro de Brasília. No ano de 1891, foi denominada o Comitê Explorador da Planalto Central do Brasil, liderada pelo astrônomo Luís Cruls e integrada por médicos, geólogos e botânicos, que fizeram uma verificação sobre a topografia, o ambiente, a geologia, a flora, a fauna e os recursos materiais da área da Planalto Central. A região ficou conhecida tal como Quadrilátero Cruls e também foi apresentada no ano de 1894 ao governo republicano. A representação designava Brasília com o nome de “Vera Cruz “. Em 1922, no ano do Centenário da Libertação do Brasil, o deputado Norte-americano do Brasil exibiu um projeto à Câmara inclusive entre as comemorações a serem prestigiadas, o lançamento da Pedra Fundamental da futura capital, no Planalto Central. O portanto presidente da república, Epitácio Pessoa, baixou o Decreto 4 494, de 18 de janeiro de 1922, apontando o assentamento da pedra fundamental e designou, destinado a  prática desta função, o engenheiro Balduíno Ernesto de Almeida, dirigente da rodovia de ferro de Goiás, com matriz em Araguari, em Minas Gerais. No dia 7 de setembro de 1922, com uma frota composta por quarenta indivíduos, foi assentada a pedra fundamental no Morro do Centenário, na Serra da Independência, localizada a nove quilômetros de Planaltina. Em 1954, o marechal José Indivíduo Cavalcanti de Albuquerque foi conhecido por pelo presidente Café Filho para trabalhar com a presidência do Comitê de Localização da Nova Capital Federal, encarregado de observar as condições gerais de instalação do município a ser construído. Posteriormente, Café Filho legitimou a preferência do povoado da nova capital e delimitou a região do amanhã Distrito Federal, determinando que o comitê encaminhasse a análise de todos as adversidades relativos à oscilação.

Imagens da cidade de Brasília

A Representação de Planejamento e Localização da Nova Capital, sob a Presidência de José Pessoa, foi a responsável pela exata seleção do lugar no qual no dia corrente se ergueu Brasília. A ideia do plano-piloto inclusive foi aprimorado pelo mesmo comitê que, em intenso relato, redigido através de Marechal José Pessoa, de título ” Nova Metrópole do Brasil ” e abstraído ao Presidente Café Filho, detalhando os pormenores do dinâmico programa que se realizou. O marechal José Pessoa não imaginou o nome da capital como Brasília, porém efetivamente Vera Cruz, de modo a maquilar o compadecimento de um grupo que nasceu em conformidade com o signo da Cruz de Deus e estabelecendo vínculo com o primeiro nome concedido pelos descobridores portugueses. O plano intrépido respeitava uma definitiva compreensão da narração e jamais adulterava as tradições brasileiras. Grandes avenidas seriam chamadas de ” Independência “, “Bandeirantes“, etc., distintos, então, das atuais siglas alfa-numéricas de Brasília, como W3, SQS, SCS, SMU e outras. Por discordâncias com o presidente Juscelino Kubitschek, o marechal José Pessoa afastou a presidência do comitê, tendo sido realizado pelo coronel do exército Ernesto Silva, que era o auxiliar do comitê. Ernesto Silva, que similarmente era médico, foi escolhido na sucessão presidente do Comitê de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal (1956) e Diretor da Companhia Urbanizadora da Nova Capital – Novacap (1956/61), tendo assinado o Edital do Concurso do Plano Piloto, em 1956, divulgado no Diário Oficial da União no dia 30 de setembro de 1956.

8. Elaboração de um projeto e construção

No ano de 1955, ao longo um comício no município goiano de Jataí, o por isso candidato à presidência, Juscelino Kubitschek, foi interrogado por um votante se respeitaria a lei maior, interiorizando a capital federal, ao que Juscelino afirmou que transferiria a capital. Designado, Juscelino estabeleceu a construção de Brasília como “meta-síntese” de seu “ Plano de Objetivos “. A linha de ruas de Brasília segue ao plano piloto implantado pela corporação Novacap a começar por um anteprojeto do alarife Lúcio Costa, estabelecido a partir de concurso público nacional. O alarife Oscar Niemeyer e o engenheiro estrutural Joaquim Cardozo projetaram os principais prédios públicos do município. Para realizar a mudança simbólica da capital do Rio para Brasília, Juscelino fechou solenemente os portões do Palácio do Catete, por isso adaptado em Museu da República, às 9 da manhã do dia 21 de abril de 1960, ao que a povo encarou com aplausos. O município de Brasília foi executado no mesmo dia e mês em que ocorreu a pena de morte de Joaquim José da Silva Xavier, mestre da Inconfidência Mineira, e a constituição de Roma. O prefácio fundamental das técnicas políticas de Juscelino Kubitschek, de acordo com o próprio, era pertinente do moralista francês Joseph Joubert, para que pessoas “ não devemos cortar o nó que podemos desatar”. Com base nessa frase, Kubitschek viabilizou a construção de Brasília, ofertando diversas benesses à rivalidade, criando fatos consumados e queimando etapas. Embora de o município ter sido construído em período recorde, a mudança efetiva das condições indispensáveis de uma economia avançada oficial apenas resultou ao longo os governos militares, já na década de 1970. Entretanto, também no século XXI, vários órgãos do governo federal brasileiro continuam sediados no município do Rio de Janeiro. Evidência o resultado citado pelo neologismo do município recém-construído a explicação do cosmonauta Yuri Gagarin, primeiro homem a partir em direção a o espaço, ao visitá-la em 1961: “Tenho a impressão de que estou desembarcando num mundo distinto, não na Terra “.

A cúpula branca do Museu Nacional de Brasília chama atenção pela enorme rampa de acesso e por uma passarela externa que serve de mirante para a Explanada dos Ministérios

Alguns dos elementos que mais influenciaram a mudança da capital foram a segurança nacional, uma vez que acreditava-se que, com a capital no litoral, ela aparecia suscetível a ataques estrangeiros ( questionamento militar-estratégico que teve como anunciador Hipólito José da Costa ), e uma interiorização do povoado e do progresso e globalização nacional, já que, devido a elementos econômicos e históricos, a massa brasileira concentrou-se na região litorânea, ficando o interior do país pouco habitado. Dessa maneira, a mudança da capital para o interior forçaria o desvio de um transitivo populacional e a acessibilidade de rodovias, ligando a capital às muitas regiões do país, o que levaria a uma maior globalização econômica. Idealizada para ter uma massa de 500 mil moradores no ano 2000, os habitantes de Brasília já atingia 1,515 milhões de gente em 1991, considerando-se todo o Distrito Federal. Com seus atuais 2,977 milhões de moradores, Brasília é hoje o quarto município com maior habitantes do Brasil, depois de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, além de sétima aglomerada urbana mais populosa do país, superada somente por São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Salvador.

8.1 Plano Piloto de Brasília

Construção de Brasília

O Plano Piloto de Brasília, no Distrito Federal, era a princípio a parte planejada a partir de um concurso nacional executado em 1957 para definir a forma civilizado da nova capital brasileira. O desenho urbanístico foi elaborado por Lúcio Costa, campeão da prova, tendo seu método inspirada pelo sinal da cruz, porém posteriormente um dos eixos foi arqueado para melhor se acertar ao relevo da área. O nome Plano Piloto, a princípio ofertado ao programa urbanístico da capital, passou a constituir toda a região construída em consequência deste plano principiante. Não há, porém, uma concordância sobre o que seria o ” Plano Piloto ” hoje, bem como sobre a exibição de Brasília em si. Plano Piloto é o nome da Região Administrativa I, que entre 1990 e 1997 foi denominada apenas de Brasília, sendo que partes ou outras regiões fizeram parte dela como Sudoeste/Octogonal e os Lagos Norte e Sul. Hoje o Plano Piloto, juntamente ao Jardim Nacional de Brasília, constitui a chamada Região Administrativa do Plano Piloto. Outra descrição da região vai além do ” avião “, como é averiguado a planta do projeto por se parecer-se a um aeroplano analisado de cima: a região tombada do Conjunto Urbanístico de Brasília, de acordo com o decreto 10 829 de 1987: nela as extremidades do Plano Piloto são definidos pelo lagoa Paranoá, a este; pelo córrego Vicente Pires, ao sul; pela Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA), ao oeste; e pelo córrego Bananal, ao norte. Desta forma, engloba áreas das regiões administrativas do Cruzeiro, do Sudoeste/Octogonal e da Candangolândia.

8.2 Construção

Fotos da construção

A aprovação do esboço de transformação ocorreu na presidência de Juscelino Kubitschek, que incumbiu o governo em 1956, porém a partir da  campanha eleitoral no ano decorrido ele já confirma sua determinação em realizar o que motivava a princípio constitucional, no célebre comício no município goiana de Jataí, a 5 de abril de 1955, tendo sido esse o ponto de saída. Em 15 de março de 1956 o presidente criou a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). O engenheiro Israel Pinheiro foi assinalado como presidente da companhia, o alarife Oscar Niemeyer como diretor técnico, e de imediato Niemeyer passou a fazer esboços para os primeiros edifícios, como o Catetinho, o Palácio da Alvorada e o Brasília Palace Hotel. Ele similarmente foi o idealizador de um concurso para a obra do projeto urbanístico do comitê do município, o conhecido por Plano Piloto. A Novacap foi regulamentada em lei de 19 de setembro, no qual similarmente se estabeleceu o nome do município como Brasília. Em 2 de outubro Juscelino visitou a região, no momento em que tirou o posterior anúncio: “Deste Planalto Central, deste isolamento que em breve se transformando-se em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o futuro do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e uma firmeza sem extremidades no seu grande destino “. Logo após já se dava início nas obras de terraplenagem. Em 12 de março de 1957 iniciou-se a compilação dos esboços do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil no Ministério da Educação, no Rio de Janeiro. No dia 16 foi apresentada oficialmente como vencedora a oferta apresentada por Lúcio Costa, em eleição unânime. O julgamento do concurso foi composto por Israel Pinheiro, presidente, sem direito a ofertório; Oscar Niemeyer, pela Novacap; Luiz Hildebrando Gleba Barbosa, pelo Companhia de Engenharia; Paulo Antunes Ribeiro, pelo Instituto de Arquitetos do Brasil; William Holford, da Universidade de Londres; André Sive, instrutor de urbanização em Paris e conselheiro do Ministério de Reconstrução da França, e Stamo Papadaki, da Universidade de Nova Iorque. Porém, a partir de logo o concurso foi observado. O presidente do IAB, Paulo Ribeiro, alegando ter sido apresentado à parte da escolha, não assinou o informação final, e retirou-se, dando um voto em isolado. Marcos Konder, requisitado por Niemeyer, se negou a integrar, considerando os prazos curtos demais e o edital com um regulamento anormal. Alguns integrantes similarmente manifestaram seu desprazer.

Imagens da Construção de Brasília

Formando o projeto urbano cerca de 2 eixos monumentais dispostos em cruz, nas palavras de Lúcio Costa seu projeto foi “ um posicionamento deliberado de posse, um aceno de intuito desbravador“. Estabeleceu áreas específicas para cada tipo de utilização: residencial, administrativo, comercial, industrial, recreativo, cultural, e dessa maneira por adiante. Para reduzir complicações de circulação, anulou cruzamentos por meio da intersecção de avenidas em passagens de nível. Na beira do eixo comprido, evidenciava-se a Praça dos 3 Poderes. As primeiras ideias de Costa desenharam o Plano Piloto em modo de uma cruz ortogonal, porém a topografia do terreno e ausência de circulação impuseram uma modificação, de forma que o eixo atravessado foi curvado, ficando uma aparência similar à de um avião. A construção da nova capital foi confiada a Niemeyer. Um dos mais originais e brilhantes discípulos da aparência modernista de Le Corbusier, Niemeyer buscou a obra de formas claras, leves, simples, livres, nobres e belas, sem observar somente teu porte utilitário. Foram construídos milhares de quilômetros de rodovias e ferrovias para garantir o desvio de indivíduos e materiais, e foram usados os mais modernos recursos técnicos de construção, porém a exiguidade dos prazos, impondo a finalização das obras em 21 de abril de 1960, o que tornou febril o ritmo de construção do município. Multidões de operários de diversos pontos do Brasil, os candangos, especialmente nordestinos, foram atraídos para lá, trabalhando num cronograma diuturno, sem descontinuação. Não existiam materiais no local menos a pedra, tijolos e areia. Tudo o mais tinha de vir de distanciado, inclusive máquinas pesadas, e ótima parte do transporte era via aérea, o que aumentava grandemente os custos. Embora da acessibilidade de vias de transporte, o essencial ponto de transbordo de carga era Anápolis, a 139 km da capital, e o asfalto apenas chegou em Brasília em 1960, no ciclo final da construção. A fala de Juscelino no decorrer de todo o procedimento construtivo foi enfaticamente progressista e admirador, até visionário. Via a construção como um passo corajoso da comunidade em direção à sua prosperidade e unidade política, e sua plena asserção como população, atribuindo a esse a missão grandiosa de civilizar e habitar as terras que havia obtido e demonstrar, no grupo mundial, um dos mais ricos territórios do mundo. O ritmo acelerado das obras revelava um novo padrão de atuação comunitário, acreditando-se que é possível modificar a história a partir de uma interferência premeditada, abreviando o curso da evolução comunitário queimando-se etapas intermediárias. Juscelino dava início ao seu governo no momento em que acontecia uma incontestável detonação na economia, com taxas admiráveis de desenvolvimento: 80% ao ano na fabricação industrial, com casos de 600% em alguns setores como o elétrico e equipamentos de transporte, 7% ao ano no PNB, maciça chegada de capital exterior, amplificação generalizada no uso, forte propensão à formação de monopólios e exaltação nos princípios da globalização. Porém, verificou-se parcialmente o desenvolvimento da inflação pela grande projeção de dinheiro e maior concentração de renda, repercutindo em defasagem salarial e aproveitamento da energia de trabalho. Juscelino procurou endurecer este ritmo em um Plano de Objetivos, com o intuito de realizar em cinco anos o que deveria ser realizado em cinquenta, na chamada administração desenvolvimentista, oferecendo uma ideia de evolução e ” ordem pública” dentro de uma estrutura de dominação centralizada e interventora, e vendo na industrialização a panaceia em oposição a todos os males brasileiros.

Fotos da Capital Brasília

Os resultados econômicos foram tão significativos que o manifestação desenvolvimentista foi capaz de empolgar numa categoria de bom senso nacional a maior parte dos segmentos essenciais da comunidade brasileira, inclusive facções diametralmente opostas como os militares e os comunistas. A construção de Brasília se inseriu nesse Plano de Objetivos, como parte fundamental do processamento de globalização nacional e da invasão da região numa nova subdivisão de utilidades a cada região. Grande parte da energia e atenção do país giravam cerca de Brasília, que velozmente ganhava seus contornos. A porção de operários afluindo às obras ocasionou nascer diversos povoados em redor do Plano Piloto, porém a concentração essencial era na Cidade Livre, em seguida chamada Núcleo Bandeirante. Consistindo de um grande conjunto de casas bastante simples de madeira, erguidas pelas empreiteiras para amparar os trabalhadores migrantes, deveria ser desmantelada ao final da construção da capital, o que acabou não acontecendo. Chegou a ter cinco mil moradias e cerca de trinta mil moradores, com um comércio mais ligado que Goiânia na mesma época. Não eram importantes esboços para as casas e a massa era favorecida com a dispensa de impostos, porém não se davam títulos de propriedade. Logo o Núcleo Bandeirante ficou delimitado como um centro de marginais, com brigas de rua frequentes. Para o suprimento dessa multidão foram especificamente criadas uma cooperativa agrícola, um matadouro, um mercado aberto e uma chácara. O Plano Piloto previa a construção de cidades-satélites para a despreocupação da multidão sobressalente, considerando que Brasília propriamente falada foi originada para ganhar apenas 500 mil cidadãos até o ano de 2000, porém diversos acampamentos irregulares nos arrabaldes se tornaram cidades permanentes, como Brazlândia, Candangolândia, Paranoá e Planaltina. Durante de todo o governo de Juscelino diversas críticas foram erguidas em oposição a o projeto, algumas bastante duras, especialmente as de Carlos Lacerda, Eugênio Gudin, Gilberto Freire e Gustavo Corção, atacando a começar de  planejamento e valores à plástica, e os afazeres apenas puderam seguir por causa de à inabalável dureza e esperança do presidente. O preço da construção monumental de modo algum foi preciso, e de acordo com Couto a tarefa foi um grande improviso. Não havia licitações sistematizadas, nem sequer bancos para pagamento dos operários, que recebiam em dinheiro vivo pessoalmente da Novacap; não houve um plano calculista nem sequer mesmo em pesquisas preliminares, nem sequer qualquer análise de possibilidade, que, dentro do cronograma exigido, muito possivelmente não seriam aprovados numa estrutura administrativa tradicional. Tão pouco se elaborou um controle de custos efetivo e a construção nem sequer encontrava-se a princípio integrada ao Plano de Objetivos de Juscelino, e apenas foi incluída de última instante. De acordo com algumas análises, a luta custou ao país a desestruturação econômica, criando um buraco nas contas públicas, tornando crônica a inflação e dificultando a governabilidade, sendo uma das razões das crises econômicas nacionais das décadas seguintes. De acordo com Roberto Campos, Juscelino tinha uma surpreendente atratividade próprio, porém o seu desenvolvimentismo resultou na falência do Brasil, deixando-o insolvente à sua saída do governo. Celso Furtado, que acompanhou a construção, disse que foram desviados vários recursos de outras obras necessárias em outras partes do país, sem que nunca tenha reavido qualquer discussão ou prestação de contas. A desgosto de toda a polêmica, hoje o projeto brasiliense é chamado de uma das grandes obras de construção e urbanização do século XX, o mais completo exemplar das doutrinas da Contemporaneidade arquitetural e um aumento em correlação às teorias de Le Corbusier quanto ao município ideal, com seu Conjunto Urbanístico tendo sido declarada Acervo Mundial pela UNESCO em 1987. André Malraux, visitando-a em 1959, disse que ” esta Brasília sobre o seu gigantesco planalto, é de algum jeito a Acrópole sobre o seu rochedo”.

8.3 O avião e as asas

O Avião e as Asas

É muito expandida, mesmo entre a conjunto de meios de comunicação e as pessoas da município, a ideia que o Plano Piloto tenha o formato de um avião, inspirada no estamparia em planta do município e nas imagens aéreas e de satélite. Outras provas seriam o caso do projeto ter o nome de Plano Piloto e seus 2 bairros residenciais se chamarem Asa Norte e Asa Sul, ficando exatamente no qual ficariam as asas do aeroplano. Na verdade, o termo Plano Piloto surgiu mesmo antes do Concurso. Ao saber que o Brasil iria desenvolver uma nova capital do zero, o alarife franco-suíço Le Corbusier, nome prestigiado da construção moderna, ficou comprometido e mandou um bilhete ao Marechal José Pessoa, que chefiava o Comitê de Localização da Nova Capital Federal. No bilhete ele recomenda a elaboração, por ele, de um plano piloto – termo modernista que tinha o intuito de ” plano completo “ ou ” plano mentor ” para o município. Embora de Le Corbusier de modo algum tivesse havido a oportunidade de arquitetar o município, o termo acabou ficando, pelo motivo de que o neologismo aparecia em alta entre os arquitetos brasileiros. Ao ser informado no edital do concurso, passou a ser o termo oficial para  reportar-se ao projeto. É visto que Lúcio não tinha em mente um avião no momento em que desenhou a capital, no entanto efetivamente em uma cruz. O Eixo Rodoviário ficou curvado somente para se acertar ao terreno, formando o contorno conhecido e efetuado, não tendo nenhuma intenção oficial. Ao ser indagado sobre as comparações com um avião, Lúcio Costa defendeu em depoimento que a capital federal ” encontrava-se mais para uma borboleta “, negando a analogia. Por fim, o termo Asa, empregado para os 2 bairros residenciais, é somente uma palavra alternativa para “ala“, palavra bastante usada na construção civil para mencionar uma quantidade ou um lado de um projeto. Lúcio Costa, oriundo na França, foi formado na Inglaterra e na Suíça e estudava esboços estrangeiros. Acredita-se que ele não tinha estranhamento para utilizar asa no lugar de ala, considerando que, nas línguas inglesa e francesa, ambas são um único termo (wing e aile, nesta ordem).

8.4 Particularidades

Particularidades da Obra da Capital Brasília

O Plano Piloto originado por Lúcio Costa para o concurso de 1957 teve sua maneira sugestionado pelo demonstração da cruz com um dos eixos arqueado para se guardar ao relevo da região. Estes 2 eixos são o essencial componente norteador do projeto, sendo eles o Eixo Rodoviário ( ou “Eixão”) no intuito norte-sul, e Eixo Monumental no intuito leste-oeste. A obra arquitetônica dos monumentos centrais foi designada a Oscar Niemeyer, e os cálculos estruturais ao engenheiro Joaquim Cardozo. O Eixo Rodoviário é arquitetado pelas asas Sul e Norte e pela parte central, no qual as asas se encontram sob a Rodoviária do Plano Piloto. As asas são áreas compostas principalmente pelas superquadras residenciais, quadras comerciais e entrequadras de passatempo e entretenimento ( no qual há inclusive escolas e igrejas). O Eixo Monumental é composto pela Esplanada dos Ministérios e pela Praça dos 3 Poderes, a leste; a rodoviária, os setores de autarquias, setores comerciais, setores de entretenimento e setores hoteleiros em lugar cêntrica; a torre de tv, o Setor Esportivo ( hoje chamado de Complexo Poliesportivo Ayrton Senna, no qual estão o Ginásio Nilson Nelson, a Arena Mané Garrincha e o Autódromo Nelson Piquet) e a Praça do Buriti, a oeste. A matriz do governo do Distrito Federal, localizada na Praça do Buriti, deveria ter suas obrigações administrativas transferidas do Palácio do Buriti para a região administrativa de Taguatinga até 2010, o que não ocorreu. Os principais museus do município estão localizados no Eixo Monumental. O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, projetado por Oscar Niemeyer em aparência de pomba e inaugurado em 1986 traz o ” Livro dos Heróis da Pátria ” com a história daqueles que teriam lutado pelo vínculo da comunidade. O Memorial JK apresenta vários itens pessoais (fotos, brindes, cartas) e o próprio sepulcro do idealizador do município. O Memorial dos Povos Indígenas possui como finalidade mostrar um pouco da bonança das culturas indígenas nacionais. Em 15 de dezembro de 2006, foi aberto o Complexo Cultural da República, um centro cultural situado no decorrer do Eixo Monumental, idealizado pela Biblioteca Nacional de Brasília e pelo Museu Nacional da República. A Biblioteca Nacional de Brasília ocupa uma região de 14 000 m², contando com salas de análise e pesquisa, anfiteatro e uma quantidade de mais de 300 000 produtos. O Museu Nacional da República é composto pela região de 14 500 m², 2 auditórios com quantidade de 780 lugares e um laboratório. O lugar é empregado especialmente para mostrar exposições de arte temporárias.

9. Patrimônio urbanístico

Fachada do Supremo Tribunal Federal e estátua “A Justiça”, de Alfredo Seschiatti, no Eixo Monumental

O plano urbanístico de Brasília foi originado por Lúcio Costa, campeão do concurso de 1957 para o plano da Nova Capital, e teve sua aparência baseada pelo sinal da cruz. Entretanto, o formato da região é popularmente relacionado ao de um avião. No extremo noroeste do Eixo Monumental estão os edifícios regionais, enquanto no limite sudeste, próximo da costa do Lagoa Paranoá, estão os edifícios do governo federal, em redor da Praça dos 3 Poderes, o coração conceitual de Brasília. O capital é divido em setores temáticos, como o de Habitações Coletivas, Comercial, Hospitalar, Hoteleiro, Cultural e de Diversões. Lúcio Costa projetou o Eixo Monumental como um setor aberto no centro do capital no qual se situa a Esplanada dos Ministérios. O campo retangular da região é cercado por duas grandes vias expressas, que juntas dão aparência a central avenida do capital, no qual vários edifícios públicos, monumentos e memoriais estão localizados. Esse é o corpo essencial do ” avião ” que molda do capital. O Eixo Monumental assemelha-se ao National Mall, em Washington, DC, e é a via pública mais aberta do mundo, com 250 metros de largura. A Praça dos 3 Poderes é um grande lugar aberto entre os 3 edifícios monumentais que representam os 3 poderes da República: o Palácio do Planalto ( Executivo ), o Supremo Tribunal Federal ( Judicial ) e o Congresso Nacional (Legislativo). Como em aproximadamente todos os logradouros de Brasília, a parte urbanística foi pensada por Lúcio Costa e as construções foram autorizadas por Oscar Niemeyer com esboços estruturais de Joaquim Cardozo. Conjuntos habitacionais de baixo gasto foram criados pelo governo no Plano Piloto. As zonas residenciais do capital são organizados em “superquadras“, que são categorias de edifícios de apartamentos, juntamente com um determinada porção e tipo de escolas, lojas e espaços abertos. No limite norte da Lagoa Paranoá, isolado do centro do capital, há uma península com várias casas de luxo e um bairro similar há na beirada da Lagoa Sul. A princípio, os planejadores do capital pensaram extensas áreas públicas durante das margens da lagoa artificial, porém ao longo o progresso inaugural da capital, clubes privados, hotéis e residências de luxo ocuparam a região ao redor da água. Separadas do Plano Piloto estão as suburbanas cidades-satélites, que incluem Gama, Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, Núcleo Bandeirante, Sobradinho e Planaltina.

Obras de Brasília

Estas cidades, com isenção de Gama e Sobradinho, não foram idealizados e desenvolveram-se naturalmente. A capital do Brasil é o único capital do mundo construída no século XX para ser premiado ( em 1987) o renome de Acervo Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, uma agência da ONU. O capital vem sendo ovacionado por sua utilização em ampliação turno da construção modernista e por seu plano urbanístico um pouco fantasioso. Depois de uma passada a Brasília, a escritora francesa Simone de Beauvoir se queixou de que todas as superquadras do capital exalavam “o mesmo ar de estagnação chique “. Com exceção de de algumas gafes, como o oportunidade concedida ao transporte rodoviário, o projeto de Brasília produziu uma capital de qualidade mais ou menos alta de vida, em que os habitantes vivem em áreas arborizadas, com esportes, entretenimento e estrutura, ladeadas por pequenas áreas comerciais, livrarias e cafés, a capital é famosa por sua culinária e circulação hábil. Mesmo estas qualidades positivas provocaram um tanto de discussão, o que foi declarado no cognome de ” ilha da fantasia “, indicando a forte oposição entre o capital e as regiões vizinhas, marcadas pela miséria e despreparo das cidades do estado de Goiás, no arrabaldes do Distrito Federal. Os críticos da grande sucessão de Brasília traz a particularização como uma imaginação platônica modernista sobre o amanhã.

10. Acervo arquitetônico

Biblioteca Nacional de Brasília e o Museu Nacional fazem parte do Complexo Cultural da República, projetado por Niemeyer

A Construção da Assembleia Nacional do Brasil, assim como a maior parte dos edifícios oficiais na capital, foi idealizado por Oscar Niemeyer e Joaquim Cardozo conduzindo-se o jeito da construção moderna brasileira. Olhos a contar de o Eixo Monumental, a calota à canhota é a matriz do Senado e a da direita é a matriz da Assembleia dos Deputados. Entre eles há duas torres de escritórios. O Parlamento similarmente ocupa demais edifícios no arrabaldes, alguns deles relacionados por um subterrâneo. Na frente do imóvel, há um amplo campo e uma lagoa, enquanto do outro lado do prédio está a Praça dos 3 Poderes. O paisagista brasileiro Roberto Burle Marx projetou os jardins modernistas de alguns dos principais edifícios da capital. O Palácio da Alvorada é o aposento oficial do Presidente do Brasil. Preconcebido por Oscar Niemeyer com projeto estrutural de Joaquim Cardozo e aberto em 1958, o imóvel foi uma das primeiras estruturas construídas na nova capital, situado sobre uma península nas margens da Lagoa Paranoá. O observador possui uma percepção de olhar para uma caixa de vidro, aterrada de forma suave sobre o solo, com o suporte externo de finas colunas. O monumento possui uma região de 7 000 m² e possui 3 pisos, além de anfiteatro, cozinha, lavanderia, centro médico, centro administrativo, quatro suítes, 2 apartamentos privados, biblioteca, piscina, dependência de som, duas salas de comer e diversas salas de festejo. O Palácio do Planalto é o local no qual está posicionado o Gabinete do Presidente do Brasil, sendo, portando a matriz do Poder Executivo federal. O palácio faz parte do projeto do Plano Piloto da capital e foi um dos primeiros edifícios construídos na capital. A construção do prédio começou em 10 de julho de 1958 e obedeceu ao projeto arquitetônico providenciado por Oscar Niemeyer e Joaquim Cardozo em 1956. A construção foi concluída a tempo de transformar o Palácio o centro das festividades da instauração da nova capital, em 21 de abril de 1960. O Palácio Itamaraty, similarmente chamado de Palácio dos Arcos, outro projeto modernista de Niemeyer e Cardozo, foi inaugurado em 21 de abril de 1970 e é no qual está situado o Ministério das Relações Exteriores do Brasil. A Catedral de Brasília é outra construção idealizada pelo alarife Niemeyer e projetada pelo engenheiro estrutural Joaquim Cardozo. Teve sua estrutura pronta em 1960, em que visualizava apenas a região globular de 70 metros de diâmetro da qual se elevam dezesseis colunas de cimento (pilares de secção parabólica), que pesam noventa toneladas. Em 31 de maio de 1970, foi aberta oficialmente, já com os vidros externos transparentes. Na praça de acesso ao santuário, encontram-se quatro esculturas em bronze com 3 metros de altura, representando os evangelistas; as esculturas foram realizadas com o apoio do escultor Dante Croce, em 1968. No interior da nave, estão as esculturas de 3 anjos, suspensos por cabos de aço.

11. Geografia

Mapa Geográfico de Brasília

Brasília se localiza a 15°50’16″ de latitude sul e a 47°42’48″ de distância oeste, com altitudes entre 1 000 e 1 200 metros acima do nível do mar, no conhecido por Planalto Central, do qual relevo é, na maior parte, plano, desvendando algumas leves ondulações. A flora corresponde à prevalentemente típica do âmbito do cerrado. Em alguns lugares é possível observar espécies de gimnospermas, como os pinheiros, e similarmente vários tipos de árvores provenientes de mais biomas brasileiros. As espécies não nativas da região têm sido retiradas pela empresa pública que arborizava capital (a Novacap) e substituídas por espécies nativas, como ipês. Com objetivo de reforçar o volume de água disponível para a região, foi realizado o represamento de um dos rios da região, o rio Paranoá, para a construção de uma lagoa artificial, a Lagoa Paranoá, que possui 40 quilômetros quadrados de área, profundeza máxima de 48 metros e cerca de 80 quilômetros de perímetro. O lagoa tem uma grande marina e é frequentado por praticantes de wakeboard, windsurf e pescaria profissional. De acordo com a divisão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atual a partir de 2017, Brasília endossa às regiões geográficas intermediária e imediata do Distrito Federal. Até por isso, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Brasília, que por sua vez aparecia anexada na mesorregião do Distrito Federal.

12. Clima

Árvore Ipê, nativa de Brasília

O clima de Brasília é chamado de tropical com época seca (do tipo Aw na medida climática de Köppen-Geiger), com temperaturas mornas e índice pluviométrico é de mais ou mínimo 1,480 milímetros (mm) anuais, concentrados entre os meses de outubro e abril. As precipitações ocorrem sob a maneira de chuvisqueiro e, algumas vezes, de pedrisco, podendo também virem juntas de raios e trovoadas. Ao longo a época seca, que inicia em maio e termina em setembro, é comum que os graus de umidade ocasional do ar (URA) fiquem várias vezes embaixo de 30%, bem inferior do ideal considerado pela Administração Mundial da Saúde (OMS), de 60%. De acordo com dados da época tradicional do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) de Brasília, instalada na matriz do instituto (Sudoeste) a partir de 21 de agosto de 1961, a menor temperatura registrada foi de 1,6 °C em 18 de julho de 1975 e a maior atingiu 36,4 °C nos dias 18 de outubro de 2015 e 8 de outubro de 2020. O maior aglomerado de antecipação em 24 horas foi de 132,8 mm em 15 de novembro de 1963. Mais grandes acumulados iguais ou superiores a 100 mm foram: 131 mm em 21 de abril de 1992, 111,8 mm em 31 de março de 1964, 110,7 mm em 28 de fevereiro de 2005, 106,8 mm em 22 de dezembro de 1963, 103,1 mm em 27 de outubro de 2006 e 102,1 mm em 29 de outubro de 2000. Em janeiro de 1979, foram registrados 602,4 mm de antecipação, o maior aglomerado mensal a partir de por isso. A partir de maio de 2000, no momento em que o INMET instalou uma transmissora meteorológica no mesmo lugar, o menor índice de URA foi de 10% em 7 de agosto de 2002, setembro de 2011 (nos dias 6 e 7) e 4 de outubro de 2020. Por sua vez, a rajada de ventilação mais forte alcançou 26,4 m/s (95 km/h) na tarde de 1 de outubro de 2014, dia que similarmente foi registrada pela primeira vez a formação de um tornado, na região do Aeroporto JK. Também na história meteorológica de Brasília, houve geada no dia em 10 de junho de 1985, no momento em que a temperatura mínima chegou a 3,3 °C, a mais baixa registrada em um mês de junho.

13. Demografia

O ritmo de crescimento populacional na primeira decêndio foi de 14,4% ao ano, com um desenvolvimento populacional de 285%. Na decêndio de 1970, o crescimento médio anual foi de 8,1%, com um acréscimo absoluto de 115,52%. Os moradores soma do Distrito Federal, que não seria capaz extrapolar 500 000 moradores em 2000, atingiu esta porção no início do decêndio de 1970, e, entre 1980 e 1991, a multidão expandiu em mais 32,8%. O Plano Piloto, que, na instauração, concentrava 48% da massa do Distrito Federal, pouco a pouco perdeu mérito ocasional, chegando a 13,26% em 1991, passando o império para as cidades-satélites. Em 2010, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicou 2 570 160 moradores em todo o Distrito Federal. O Índice de Progresso Humano é de 0,824 e a quota de analfabetismo de somente 4,35%. Brasília similarmente era conhecida pela sua diversidade comunitário, sendo a quarta região metropolitana mais injusto do Brasil e a décima sexta do mundo, de acordo com um parecer publicado pela Organização das Nações Unidas.

A Esplanada dos Ministérios é onde estão localizados os Ministérios do Governo Federal

Os residentes brasilienses são constituídos por migrantes de todas as regiões brasileiras, acima de tudo do Nordeste e do Sudeste, além de estrangeiros que trabalham nas embaixadas espalhadas pela capital. Dados de 2010 apontavam que aproximadamente meio da multidão não nasceu lá, sendo que 1 380 873 (53,73%) eram brasilienses e 1 189 287 (46,27%) de mais locais ( inclusive 8 577 estrangeiros, ou 0,33% da massa ), especialmente de Goiás, Minas Gerais e Bahia. A região administrativa de Plano Piloto, composta em sua parte urbana pelos bairros residenciais Asa Norte, Asa Sul e Vila Planalto, conta com uma multidão de 209 855 moradores (2010) e uma região de 472,12 km², sendo a terceira maior região administrativa do Distrito Federal em termos de residentes, atrás somente de Ceilândia (com 402 729 moradores ) e Taguatinga (361 063).

14. Região integrada

Conhecida como RIDE, a Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno abrange o Distrito Federal mais os municípios goianos de Abadiânia, Água Fria de Goiás, Águas Lindas de Goiás, Alexânia, Cabeceiras, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Corumbá de Goiás, Cristalina, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Padre Bernardo, Pirenópolis, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Valparaíso de Goiás e Vila Boa, e os municípios mineiros de Buritis e Unaí. Conta com 4 284 676 moradores sendo a quarta mais populosa região metropolitana do Brasil. (IBGE/2016). De acordo com a geógrafa Nelba Azevedo Penna, do Departamento de Geografia da Universidade de Brasília, ” em resultado dos processos de ordenamento de sua localidade, ocorreu uma intensa expansão da urbanística para os arredores limítrofe ao Distrito Federal, que deu origem à formação da região metropolitana de Brasília ( nos dias de hoje institucionalizada como Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Arrabaldes – RIDE)”.

15. Diversidade social e marginalidade

Alto índice de usuários de drogas em Brasília

Brasília possui a maior diversidade de renda entre as capitais brasileiras, além de ser uma das capitais em que mais se registram homicídios para cada cem mil gente no país. Na região administrativa de Ceilândia está localizada a segunda mais populosa comunidade de habitações modestas do Brasil, a comunidade do Sol Nascente, com 61 mil moradores — de acordo com estimativas de lideranças locais, entretanto, os habitantes seriam de 100 mil cidadãos, que superaria a da Rocinha, no Rio de Janeiro. Os índices de marginalidade são altos especialmente no Arrabaldes do Distrito Federal. De acordo com sociólogos, a marginalidade no Distrito Federal, especialmente nas cidades-satélites, é uma sucessão do desenvolvimento descuidado, apesar de que assentado em núcleos urbanos planejados. Os graus de delitos no DF estão entre os maiores do Brasil, chegando ao ponto de ocorrer uma média de até 2 assassinatos diários. Em 2012, houve 1031 homicídios, com número de 38,9 por 100 mil indivíduos, a 478º maior do país. Há muitas promessas para experimentar suavizar as atitudes dos criminosos na capital: entre elas, um maior policiamento, providência esta que, aplicada, possui levado a um estreitamento da violência.

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16. Governo

A Praça dos Três Poderes une o Congresso (Poder Legislativo), o Palácio do Planalto (Executivo) e o Supremo Tribunal Federal (Judiciário)

Brasília não possui prefeito e vereadores, uma vez que o artigo 32 da Constituição Federal de 1988 proíbe indiscutivelmente que o Distrito Federal seja fracionado em municípios, sendo considerado único. Distrito Federal é pessoa jurídica de direito público interno, ente da estrutura político-administrativa do Brasil de classe sui generis, uma vez que não é nem sequer um estado nem sequer um município, porém efetivamente um ente incomum que acumula as competências legislativas reservadas aos estados e aos municípios, segundo consta o art. 32, § 1º da CF, o que lhe resulta uma classe híbrida de estado e município. O poder executivo do Distrito Federal foi revelado pelo prefeito do Distrito Federal até 1969, no momento em que o cargo foi desfigurado em governador do Distrito Federal. O poder legislativo do Distrito Federal é revelado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, cuja lista representa uma fusão de assembleia legislativa ( poder legislativo das demais unidades da federação ) e de câmara municipal (legislativo dos municípios). A Câmara Legislativa é formada por 24 deputados distritais. O poder judicial que atende ao Distrito Federal similarmente atende a territórios federais. O Brasil não tem territórios nos dias de hoje, então, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios apenas atende ao Distrito Federal.

16.1 Lista de parlamentares do Distrito Federal 

Lista de deputados distritais – Legislatura atual 2019-2022

  • Agaciel Maia
  • Arlete Sampaio
  • Chico Vigilante
  • Claudio Abrantes
  • Daniel Donizet
  • Delegado Fernando Fernandes
  • Delmasso
  • Eduardo Pedrosa
  • Fabio Felix
  • Hermeto
  • Iolando Almeida
  • Jaqueline Silva
  • João Cardoso Professor Auditor
  • Jorge Vianna
  • José Gomes
  • Júlia Lucy
  • Leandro Grass
  • Martins Machado
  • Professor Reginaldo Veras
  • Rafael Prudente
  • Reginaldo Sardinha
  • Robério Negreiros
  • Roosevelt Vilela
  • Valdelino Barcelos

16.2 Relação dos senadores eleitos

  • Cristovam Buarque – 2002, 2010
  • Maurício Corrêa  – 1986
  • Meira Filho  – 1986
  • Pompeu de Sousa – 1986
  • Valmir Campelo – 1990
  • José Roberto Arruda – 1994
  • Lauro Campos – 1994
  • Luiz Estevão – 1998
  • Paulo Octávio – 2002
  • Joaquim Roriz – 2006
  • Rodrigo Rollemberg – 2010
  • José Reguffe – 2014
  • Izalci Lucas – 2018
  • Leila Barros – 2018

16.3 Relação dos deputados federais eleitos

  • Augusto Carvalho – 1986, 1990, 1994, 2006, 2014
  • Jofran Frejat – 1986, 1990, 1994, 1998, 2006
  • Sigmaringa Seixas – 1986, 1990, 2002
  • Agnelo Queiroz – 1994, 1998, 2002
  • Tadeu Filippelli – 1998, 2002, 2006
  • Geraldo Magela – 1998, 2006, 2010
  • Alberto Fraga – 2002, 2006, 2014
  • Erika Kokay – 2010, 2014, 2018
  • Maria de Lourdes Abadia – 1986, 1998
  • Benedito Domingos – 1990, 1994
  • Chico Vigilante – 1990, 1994
  • Maria Laura Pinheiro – 1990, 1994
  • Osório Adriano – 1990, 1994
  • Paulo Octávio – 1990, 1998
  • Wigberto Tartuce – 1994, 1998
  • Laerte Bessa – 2006, 2014
  • Izalci Lucas – 2010, 2014
  • Ronaldo Fonseca – 2010, 2014
  • Valmir Campelo – 1986
  • Francisco Carneiro – 1986
  • Geraldo Campos – 1986
  • Márcia Kubitschek – 1986
  • Pedro Celso – 1998
  • Jorge Pinheiro – 2002
  • José Roberto Arruda – 2002
  • José Tatico – 2002
  • Maria José Maninha – 2002
  • Robson Rodovalho – 2006
  • Rodrigo Rollemberg – 2006
  • Jacqueline Roriz – 2010
  • José Reguffe – 2010
  • Luiz Pitiman – 2010
  • Paulo Tadeu – 2010
  • Rogério Rosso – 2014
  • Rôney Nemer – 2014
  • Bia Kicis – 2018
  • Celina Leão – 2018
  • Flávia Arruda – 2018
  • Israel Batista – 2018
  • Júlio César Ribeiro – 2018
  • Luis Miranda – 2018
  • Paula Belmonte – 2018

Foram eleitos para mandatos alternados de senador e deputado federal pelo Distrito Federal os seguintes políticos: Izalci Lucas, José Reguffe, José Roberto Arruda, Paulo Octávio, Rodrigo Rollemberg e Valmir Campelo enquanto Joaquim Roriz foi indicado deputado federal por Goiás em 1982 e a seguir conquistou um mando de senador pelo Distrito Federal em 2006.

17. Limitação territorial e administrativa

No Brasil, por manifestação legal, ” município ” é a matriz de uma ” cidade “. Por meio do Estado Novo, pelo decreto-lei nº 311, todas as sedes dos municípios passaram a ser cidades, sendo que, até por isso, as mais inferiores sedes de municípios eram denominadas “vilas“. No Distrito Federal, no entanto, são chamados de cidades os vários núcleos urbanos, sendo o essencial deles a região administrativa de Brasília, que por sua vez similarmente se confunde com a ideia do Plano Piloto. A inflexibilidade, os mais núcleos estão mais para bairros distantes da capital do país que para cidades distintas, uma vez que a Instituição do Brasil veda expressamente a divisão do Distrito Federal em municípios. Brasília é constituída por toda a região urbana do Distrito Federal e não somente a parte tombada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Instrução e a Cultura (UNESCO) ou a região administrativa central, uma vez que a capital é poli nucleada, constituída por diversas regiões administrativas, de forma que as regiões afastadas estão articuladas às centrais. Há quem questione que por todo o Brasil há regiões metropolitanas, no qual cidades afastadas acabam articuladas em correlação às cidades principais, sem que deixem dessa forma de ser consideradas cidades. A diferença é que elas são sedes de município. Entretanto disso, mais núcleos urbanos do Distrito Federal, hoje chamados regiões administrativas, constantemente foram conhecidos por cidades-satélites. Alguns, nos tempos atuais, entendem como Brasília somente a região administrativa de Brasília (formada por parte do Plano Piloto e pelo Parque Nacional de Brasília), e não todo o Distrito Federal. Contundo alguns destes núcleos urbanos, como Planaltina e Brazlândia, são mais antigos que a própria Brasília. Planaltina já existia como município de Goiás, antes de dissipar parte de seu lugar para o Distrito Federal. Por outro lado, a lei de organização do Distrito Federal é uma lei orgânica, típica de municípios e não uma instituição, como acontece nos estados da federação brasileira, ainda que esta lei orgânica regule tanto matérias típicas de leis orgânicas municipais quanto de constituições estaduais. Além disso, todas as regiões administrativas do Distrito Federal dispõem de determinada independência administrativa, sendo seus administradores regionais recomendados pelos habitantes local de cada região administrativa. Entretanto, órgãos oficiais de estudo, como o IBGE, o Dieese e o IPEA, não distinguem Brasília do Distrito Federal para efeitos de contagem e recenseamento uma vez que seus dados são constantemente elaborados levando-se em conta o município. Como o Distrito Federal não tem municípios, é considerado como um único ente.

Sede do Ministério das Relações Exteriores, o Palácio do Itamaraty abriga obras de Alfredo Volpi, Athos Bulcão, Lasar Segall e Victor Brecheret

A capital de Brasília possui uma constituição diplomático único no Brasil, já que é uma divisão administrativa ímpar de um município legal, como outras cidades brasileiras, similar ao que ocorre com Washington, D.C., nos Estados Unidos, e com Camberra, na Austrália. A palavra “Brasília” é usada como um palavra de sentido parecido do Distrito Federal como um todo a partir de sinédoque; entretanto, o Distrito Federal é composto de 31 regiões administrativas, das quais somente uma é o centro da sociedade: a Região Administrativa I, que é principalmente formada pelo ” Plano Piloto “ e pelo Parque Nacional de Brasília. Publicações demográficas frequentemente não fazem esta diferenciação e descrevem a massa brasiliense como palavra de sentido parecido da multidão do Distrito Federal, considerando-se o conjunto como uma única sociedade. O Distrito Federal, acumula qualidades de estado e município, sendo que as suas outras regiões administrativas, similarmente chamadas cidades-satélites, não são tratadas como municípios. O nome “ Plano Piloto “, a princípio reivindicado ao projeto urbanístico da município planejado por Lúcio Costa, passou a constituir toda a região construída em consequência deste plano principiante. Não há, porém, um senso comum sobre o que seria o ” Plano Piloto “, bem como sobre a explicação de Brasília em si. De acordo com o decreto 10 829/87, as extremidades do Plano Piloto são definidos pela lagoa Paranoá, a leste; pelo córrego Vicente Pires, ao sul; pela Estrada Parque Indústria e Entrega (EPIA), ao oeste; e pelo córrego Bananal, ao norte. Dessa forma, abrange áreas das regiões administrativas do Cruzeiro, do Sudoeste/Octogonal e da Candangolândia. A região administrativa do Plano Piloto, denominada de ” Região Administrativa I”, já teve o nome de “Brasília” entre 1960 e 1989, no momento em que passou a se intitular ” Plano Piloto “. Voltou a ser denominada “Brasília” de 1990 até 1997, no momento em que houve nova alteração do nome para “ Plano Piloto “. Embora disso, também acontece de a região ser denominada em documentos oficiais de “Brasília”. A região administrativa está formada apenas pelo projeto urbanístico de Lúcio Costa e pelo Parque Nacional de Brasília. Ela é dividida em distintos setores, como as Asas Sul e Norte, Setor Militar Urbano (SMU), Noroeste, Setor de Indústrias Gráficas (SIG), Granja do Torto, Vila Planalto e Vila Telebrasília. Entre as regiões que já fizeram parte da região administrativa, podem-se referir o Cruzeiro, desmembrado em 1989; os Lagos Norte e Sul, que se tornaram regiões administrativas separadas em 1994; e o Sudoeste/Octogonal, originado como região administrativa em 2003.

18. Cidades-irmãs

Brasília tem pelo menos 23 cidades-irmãs, são elas:

  •  Abergement-la-Ronce, França
  •  Abuja, Nigéria
  •  Amsterdã, Países Baixos
  •  Berlim, Alemanha
  •  Bogotá, Colômbia
  •  Boston, Estados Unidos
  •  Buenos Aires, Argentina
  •  Camberra, Austrália
  •  Chaoyang, distrito de Pequim, China
  •  Diamantina (MG), Brasil
  •  Doha, Catar
  •  Guadalajara, México
  •  Lima, Peru
  •  Lisboa, Portugal
  •  Luxor, Egito
  •  Macau, China
  •  Montevidéu, Uruguai
  •  Roma, Itália
  •  Santiago, Chile
  •  Viena, Áustria
  •  Washington, D.C., Estados Unidos
  •  Xian, China

19. Economia

Apesar de ser centro político, Brasília é um considerável centro acessível do Brasil, sendo o terceiro município mais abonado do país, exibindo, em 2018, um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 254,817 bilhões, 8° maior do país no momento em que Brasília é conhecida como estado e 3° como município, sendo a região urbana de maior índice de renda per capita do Brasil, de R$ 85,661.

Localizada no Eixo Monumental, a Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida de Brasília é um dos projetos mais conhecidos de Oscar Niemeyer

De acordo com estudo da consultoria Mercer sobre o gasto de vida para funcionários estrangeiros, Brasília aparecia colocada no posicionamento 33 entre as cidades mais caras do mundo em 2011, subindo do posicionamento 70 em 2010. Superada no Brasil em 2011 apenas pelas cidades de São Paulo (10) e Rio de Janeiro (12), Brasília entra na medida logo após de Nova Iorque (32), o município mais abonado dos Estados Unidos. A indispensável obrigação econômica da capital federal consequência de sua atividade administrativa. Dessa forma seu plano industrial é estudado com bastante atenção pelo Governo do Distrito Federal. Por ser um município tombado pelo IPHAN e que recebeu o Título de Acervo Cultural da Bondade pela Unesco a invasão do local do Distrito Federal possui qualidades diferenciadas para persistência do município. Dessa maneira, o Governo do Distrito Federal possui escolhido incentivar o progresso de indústrias não poluentes como a de aplicativo, cine, vídeo, gemologia, entre outras, com alarde na persistência ambiental e na preservação do imobilidade ecológica, protegendo dessa maneira o acervo do município. A indústria chegou a demonstrar 4,2% do PIB em 2018. No Índice de Cidades Empreendedoras 2017 do instituto Endeavor Brasil ficou em 17° lugar dentre as 32 cidades analisadas, se destacando quanto ao seu local regulatório e acesso ao capital, porém ficando em última disposição cada vez que a cultura empreendedora. Dentre as companhias públicas e privadas com matriz em Brasília encontram-se os Correios, EBC, Infraero, Companhia de Saneamento do Distrito Federal, Companhia Energética de Brasília, Metrô-DF, Banco de Brasília e Giraffas. A economia de Brasília constantemente teve como bases essenciais a construção civil e o varejo. Foi construída em terreno completamente desocupado, porém também há vários espaços nos quais se pode desenvolver novos edifícios. O município foi a região com lançamentos mais caros do Brasil em 2012, de acordo com a “ Publicação do Mercado Imobiliário Brasileiro da Lopes“, com 51 empreendimentos lançados, 8.823 unidades e 3,3 bilhões de reais em ” Valor Total de Vendas”, sendo o quarto maior mercado imobiliário nacional. As atividades imobiliárias responderam por 7,4% do PIB em 2018. À termo que o município ganha novos moradores, a procura pelo setor terciário aumenta, razão pelo qual Brasília possui uma ampla porção de lojas, com destaque para o Conjunto Nacional, situado no centro da capital. A lavoura e a avicultura ocupam o menor lugar na economia brasiliense. Um cinturão verde na Região Integrada de Progresso do Distrito Federal e Arrabaldes abastece o município e já exporta alimentos para mais locais.

20. Turismo

O Pontão do Lago Sul é uma opção de lazer em Brasília. O local reúne adeptos de windsurfe, lanchas, barcos, além de restaurantes, bares e quiosques

Brasília é conhecida como Acervo Cultural da Humanidade pela Unesco, uma agência da ONU e recebe cerca de um milhão de visitantes por ano. Entre as suas atrações mais visitadas estão os vários esboços arquitetônicos de Oscar Niemeyer e Joaquim Cardozo. O turismo cívico é valorizado por estarem localizados na capital os órgãos governamentais da gerência direta e os representantes dos 3 poderes republicanos. Os principais monumentos da capital encontram-se no Eixo Monumental: Catedral Militar Rainha da Paz, Praça do Cruzeiro ( Memorial da Primeira Missa ), Memorial JK, Memorial dos Povos Indígenas, Complexo Poliesportivo Ayrton Senna: Ginásio de Esportes Nilson Nelson e Arena Nacional de Brasília Mané Garrincha; Centro de Convenções Ulysses Guimarães (CCUG), Torre de TELEVISÃO, Teatro Nacional Cláudio Santoro, Complexo Cultural da República João Herculino: Biblioteca Nacional de Brasília Leonel de Moura Brizola (BNB) e Museu Nacional Honestino Guimarães; Catedral Metropolitana de Brasília Nossa Senhora Aparecida, Esplanada dos Ministérios, Palácio da Justiça, Palácio Itamaraty, Praça dos 3 Poderes: Câmera Nacional, matriz do Poderio Legislativo brasileiro, Palácio do Planalto, matriz do Poderio Executivo brasileiro, Supremo Tribunal Federal ( STF ), matriz do Poderio Judicial brasileiro e o Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves.

Capela Militar

Entre outros monumentos estão o Palácio da Alvorada, aposento oficial da Presidência da República (no Setor Palácio Presidencial – SPP), o Catetinho ( durante da EPIA Sul ), o Santuário Dom Bosco (na Via W3 Sul ), o Museu Vivo da Memória Candanga (no Núcleo Bandeirante ) e a Ponte Juscelino Kubitschek, mais conhecida como Ponte JK ou “terceira ponte “, premiada internacionalmente (na Lagoa Paranoá, entre o Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES), na Asa Sul, e o Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), na Lagoa Sul ). Brasília também é popular por suas comunidades espiritualistas ( como o Vale do Amanhecer, em Planaltina, o Município Eclética e o Município da Paz ) posicionadas nas suas imediações e similarmente por modernistas templos religiosos, como o Santuário da Boa Vontade da LBV. O município oferece similarmente ecoturismo por encontrar-se localizada a mais de mil metros acima do nível do mar, no gigante platô do Planalto Central, de no qual nascem rios de algumas bacias hidrográficas brasileiras bem grandes. O município também conta com diversas áreas verdes, como o Jardim da Cidade Dona Sarah Kubitschek, ( entre a Asa Sul e o Setor Sudoeste), o Jardim Nacional de Brasília, mais chamado de Água Mineral ( chegada pela EPIA Norte ), o Jardim Olhos D’ Água (na Asa Norte – SQNs 412 e 413), o Jardim Botânico de Brasília (JBB) (na Lagoa Sul ), o Jardim Zoológico de Brasília (na Candangolândia) e o Jardim Ecológico Burle Marx ( entre a Asa Norte e o Setor Noroeste).

O restaurante Mangai, especialista na culinária sertaneja

O turismo histórico na capital federal não se resume ao tempo decorrente à instalação, porém similarmente trás locais e fatos anteriores a 1960, como a Estrada Geral do Sertão, com mais de 3 mil quilômetros, inaugurada em 1736 para ligar Salvador até Vila Bela da Santíssima Trindade, antiga capital do Mato Grosso.

20.1 Jardim Zoológico de Brasília

O Jardim Zoológico de Brasília ou Zoológico Brasília é um zoológico brasileiro, instalado em Brasília, no Distrito Federal. Com mais de um milhão de visitantes por ano, é uma das atrações turísticas mais visitadas pelos moradores do Distrito Federal. É similarmente considerado um bem cultural de Brasília.
Foi inaugurado em 6 de dezembro de 1957 como Parque Zoobotânico, antes mesmo da capital do Brasil, que foi inaugurada em 21 de abril de 1960.
O primeiro caso de utilização de células-tronco para recuperar lesões num bicho silvestre foi registrado no Zoológico de Brasília.  Esse tratamento foi dado em uma fêmea de lobo-guará, vítima de atropelamento.
Encontra-se na Candangolândia, no sul da Asa Sul, no fim da Via L4 Sul ( Avenida das Nações). Tem uma região de 1,397 quilômetros quadrados. Além dos recintos dos animais, ficam no local o Museu de Ciências Naturais, um Borboletário e estruturas de entretenimento e serviços como lanchonetes, playground, áreas para camping, piqueniques e passeios e lagos artificiais.
Há também trinta mil metros quadrados são reservados para a elaboração do mantimento para os animais e as áreas de estacionamento. Similarmente é regido pela Consolidação Jardim Zoológico de Brasília uma Região de Destacado Afeição Ecológico (ARIE), o Templo de Vida Silvestre do Córrego Fundo e Parque das Aves, que soma mais 4,4 quilômetros quadrados, indo até a Povoação Telebrasília e o Aeroporto Internacional de Brasília. As duas áreas preservadas, juntamente do Parque Ecológico Ezechias Heringer, foram um um conector ambiental.
Fazem parte do Jardim Zoológico de Brasília 826 animais, sendo 185 espécies de aves. Animais raros em zoológicos brasileiros como a cobra cotiarinha, o sauim-de-coleira, a tiriba-de-pfrimer, o adax e o tatu-bola-da-Caatinga estão entre as atrações.
O acesso ao zoológico é amortizado, com um bilhete custando dez reais, com eventualidade de meia acesso para crianças, estudantes, idosos, professores e integrantes de programas sociais e gratuidade para menores de cinco anos e indivíduos com déficit. Dentro do museu são proibidos animais domésticos.
O zoológico faz muitas atrações para além do programa diurno habitual. O Zoológico Noturno, por exemplo, é um tipo de passada noturna monitorada. É possível similarmente alojar na região administrada pela Consolidação Jardim Zoológico de Brasília.

Fachada do Zoológico de Brasília

Algumas opções de passeios e atividades são voltadas a estudantes, como o Zoológico Colegial, que é um programa direcionado as escolas, o Zoológico Acadêmico, direcionado a faculdades e universidades, o Zoológico Em Atuação, no qual a equipe do zoológico vistoria as escolas com atividades relacionadas ao Jardim Zoológico, e a Colônia de Feras, com atividades para crianças nas férias escolares. Mais categorias, como terceira idade, indivíduos com déficit ou em tratamentos médicos ou sociais possui seu próprio programa de atividades.
Tour Na internet
Com a assinatura do decreto em março de 2020, pelo diretor Ibaneis Rocha para regular a dissipação do novo corona vírus no DF, a equipe do Zoológico deu início às visitas virtuais ao local. A galeria África foi o primeiro local a ganhar o tour virtual. A live foi sobre o controle e a refeição do elefante e da girafa.

20.2 Shopping centers em Brasília

  • Brasília Shopping
    Shopping mall Iguatemi Brasília: Situado no Lagoa Norte este é um dos melhores shoppings de Brasília uma vez que conta com mais de 3 mil vagas no estacionamento, sendo 1.800 cobertas, 200 lojas e opções de recreação para todos os gostos.
  • Park Shopping Brasília: Parte da história da município de Brasília o Park shopping foi inaugurado em 1983 e já tem aproximadamente 30 anos de durabilidade sendo um dos preferidos dos moradores do município.
    Isto por que tem uma grande diversidade de lojas dos mais variados segmentos, entre elas marcas famosas como Brooksfield, L’occitane, Forever 21 e Ellus, assim como também de marcas próprias como Adidas e Arezzo.
  • Liberty Mall Brasília: Em atividade a partir de 1994, o Liberty é conhecido por seu atrativo e sua infraestrutura aconchegante e de impecabilidade.
    Distinto dos demais, este shopping é direcionado para um público mais especial e exigente como empresários sendo que mais de 80% dos frequentadores pertencem às classes A e B.
  • JK Shopping
    Terraço Shopping: Chamado de o centro de compras mais encantador e cheio de elegância do município o Terraço é um dos melhores shoppings de Brasília e foi inaugurado no ano de 1999.
    Na época que foi construído ficou conhecido por sua construção arrojada e o jeito open market mall que nada mais é que espaços ao ar desocupado com caminhos bastante bem decorados e agradáveis.
  • Boulevard Shopping: Inaugurado em 2009 e situado na Asa Norte, este shopping mall é uma excelente escolha de passatempo, compras e entretenimento voltados para um público mais ilustre.
    Além disso o Boulevard Shopping mall tem uma estrutura moderna e conta com espaços diferenciados como região para amamentação, toalete para família e dependência de papinha.
    Outro diferencial é o Serviço de Atendimento Boulevard que oferece Wi-fi, atenção para sugestões e reclamações assim como também informações sobre trabalhos que estão a acontecendo no local.

Brasília conta também com:

Park Shopping
  • Pátio Brasil Shopping
  • Centro Comercial Gilberto Salomão
  • Venâncio Shopping
  • Shopping Plaza Norte
  • Fashion Mall
  • Shopping Sia Center Mall
  • Brasíilia Shopping
  • Pier 21
  • Galeria Extra Brasília Norte
  • Galeria Extra Brasília Sul
  • Galeria Extra Taguatinga

21. Infraestrutura

Educação

O ensino de Brasília, no tempo de construção da capital, tinha como propósito se singularizar do ensino no derradeiro do Brasil. Sob a presunção do movimento Escola Nova, comandado pelo pedagogo Anísio Teixeira e usado, em ocasional, pelo antropólogo Darcy Ribeiro, o qual priorizava o progresso da inteligência em dano da memorização, as escolas primárias foram divididas entre escolas-classe e escolas-parque. Nas primeiras, as crianças enfrentariam quatro horas diárias aprendendo conteúdos, e nas segundas, mais quatro horas praticando atividades extracurriculares: artes e esportes, por exemplo.

UNB – Brasília

O coeficiente pedagógico do Índice de Progresso Humano de Brasília em 2020 atingiu a marca de 0,804 – degrau admiravelmente alto, em analogia aos padrões do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) – ao passo que a tarifa de alfabetização da multidão acima dos dez anos indicada pelo último recenseamento demográfico foi de 96,7%, acima da média nacional (91%). Brasília possui um sistema de educação básica e secundária, público e individual, e uma diversidade de escolas técnicas. Em 2009, havia, no município, 833 chamados de ensino fundamental, 622 unidades pré-escolares, 187 escolas de nível médio e mais algumas instituições de nível superior. No completo, foram 418 913 matrículas e 16 785 docentes registrados em 2009. Na educação superior, destacam-se essenciais universidades públicas e privadas, várias delas consideradas centros de referência em determinadas áreas. Entre as principais instituições de ensino superior da cidade, estão:

  • Universidade de Brasília (UnB), 
  • Instituto Federal de Brasília (IFB), 
  • Universidade Católica de Brasília (UCB), 
  • Centro Universitário de Brasília (UniCEUB),
  • Centro Universitário do Distrito Federal (UDF),
  •  Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB), 
  • Universidade Paulista (UNIP)
  • União Pioneira da Integração Social (UPIS).

Há uma concentração extrema de instituições de educação superior no Plano Piloto. Em 2006, foi hospedado um novo campus da Faculdade de Brasília em Planaltina. Há similarmente campi da UnB nas regiões administrativas de Ceilândia e Gama. A quantia de bibliotecas não é relativo ao volume da multidão na região central.
As principais bibliotecas públicas do Distrito Federal se localizam no Plano Piloto, como:

  • Biblioteca da Universidade de Brasília
  • Biblioteca da Câmara e do Senado
  • Biblioteca Demonstrativa de Brasília
  • Biblioteca Nacional Leonel de Moura Brizola, também conhecida como Biblioteca Nacional de Brasília, inaugurada em 2006.

Quanto ao Índice de Progresso do Ensino Básico (IDEB) de 2020, a capital brasileira atraiu notas de 6,5 na primeira ciclo da educação fundamental (anos iniciais), 5,1 na segunda ciclo (anos finais) e 4,5 na educação média. As escolas públicas tiveram notas inferiores em correlação à rede privativa. Na mensuração total do Exame Nacional do Ensinamento Médio (ENEM) de 2014, 3 escolas do município figuraram entre as cem melhores do ranking, sendo os colégios Olimpo, Olimpo de Águas Claras e Ideal, todas particulares, na 26ª, 65ª e 70ª posições, por essa ordem.

Museu e Biblioteca Nacional

Transportes

Brasília, por encontrar-se localizada no centro do Brasil, serve como vinculação térreo e aéreo para o país. O Campo de aviação Internacional Presidente Juscelino Kubitschek é um dos mais movimentados do Brasil por quantia de passageiros, recebendo mais de 16 milhões de passageiros em 2019 e chegando a ser o semelhante mais visitado do país em 2014. Oito rodovias radiais fazem a conexão da capital federal com outras regiões do Brasil. A atual ocasião do sistema de transportes do Distrito Federal gera um quadro de pouca mutabilidade urbana, com um serviço de ônibus surpreendentemente caro e ineficiente, e uma condições indispensáveis de uma economia avançada que privilegia o automóvel próprio. Isto gera uma propensão de crescimento no monte de carros a níveis para os quais o município não foi projetado. A cada mês, 5 mil veículos entram em circulação em Brasília, existindo um veículo para 2,3 moradores do Distrito Federal. Em 2019 a multidão do Distrito Federal chegou a mais de 1,8 milhão de veículos, coincidente a uma tarifa de motorização de 390 veículos por cada 1 000 moradores, e esta tarifa é também maior na região central de Brasília ( Plano Piloto, Sudoeste, Lagoa Sul e Norte ). Começaram a manifestar-se farto engarrafamentos no município e alguns lugares se tornam intransitáveis nas horas de pico (rush). Os ônibus transportam pouco mais de 14 milhões de passageiros por mês, porém a maior parte da concentração já ultrapassou os sete anos extremo impostos por lei.

Os três arcos sobre a Ponte Juscelino Kubitschek, de 1,2km de extensão, inaugurada em 2002, são inspirados no movimento de uma pedra quicando sobre um espelho dágua

Para experimentar reduzir os complicações desse quadro, foi construído um metrô, porém por causa de à sua área limitada e ao próprio desenvolvimento do município, ele não melhorou incrivelmente a dificuldade de tráfego no município e, a partir de o início da sua construção em 1991, gera prejuízos da ordem de 60 milhões de reais anuais ao governo. Das 29 estações planejadas, 24 estão em desempenho, ligando o centro do Plano Piloto (rodoviária) ao Guará, Águas Claras, Taguatinga, Ceilândia e Samambaia. O Metrô do Distrito Federal transporta cerca de 150 mil usuários por dia. Em 1 de fevereiro de 2009, entrou em desempenho a globalização dos sistemas de micro-ônibus e metrô, com bilhetes eletrônicos. Também está em elaboração o projeto Brasília Integrada, que beneficia a obra de corredores especiais para ônibus e a globalização destes com o metropolitano. Um novo terminal rodoviário interestadual foi inaugurado em julho de 2010, ao lado da Estação Shopping center do metrô. A capital federal é o município com maior estrutura ciclo viária do Brasil, contando com 553,95 km de ciclovias. Brasília e São Paulo foram as cidades brasileiras que mais aumentaram a estrutura para bicicletas nos anos de 2013 e 2014, no entanto são bastante criticadas por rupturas e pela baixa qualidade das vias construídas ou demarcadas.

Rodoviária Interestadual de Brasília
Situada no endereço SMAS, Trecho 4, Conjunto 5/6 Asa Sul – CEP: 70610-635
Telefone: (61) 99883-2237

Rodoviária de Brasília

Inaugurada em 25 de julho de 2010, a nova Rodoviária Interestadual de Brasília recebe as linhas de ônibus interestaduais procedentes ou com destino a cidades de quase todos os Estados do Brasil.
É um consentimento pública, por trinta anos, do governo do Distrito Federal em parceria ‘ Novo Terminal ‘, idealizado pelas organizações Socicam, JCGontijo Engenharia e Construtora Artec.  Ao esforço de cerca de R$ 55 milhões, o terminal tem 20 mil metros quadrados de região construída. Conta com 32 boxes para ônibus, 10 estabelecimentos comerciais e 4 quiosques.
A Rodoviária Interestadual de Brasília situa-se ao lado da estação Shopping mall do Metrô do Distrito Federal, facilitando o acesso para os usuários do metropolitano.
Trinta e nove companhias de ônibus interestadual operam no local. A estimativa é de que a Rodoviária de Brasília atenda cerca de 140 mil passageiros por mês.
O primeiro ônibus por meio da nova rodoviária brasiliense, na madrugada do dia da instauração, seguiu para Feira de Santana, no estado da Bahia. Reportagem veiculada pelo Jornal Nacional, da TELEVISÃO Globo, em maio de 2012, destacou a Rodoviária Interestadual de Brasília como sendo um terminal moderno, belo e bem sinalizado, em dessemelhança com o admirado em mais terminais rodoviários do país.
O Terminal Rodoviário de Brasília foi projetado dentro do conceito de construção sustentável e agrega o que há de mais ousado em termos de construção. O projeto do negócio favorece a luminosidade natural e o reaproveitamento das aguas pluviais. Com isto recebeu do Inmetro o carimbo A de eficiência energética para edifícios. A Rodoviária Interestadual substituiu a obsoleta Rodoferroviária de Brasília – localizada no limite oeste do Eixo Monumental, à proximamente 10 km do Plano Piloto – passando a ser o novo destino de veículos que percorrem mais de 75 km que saem ou chegam a Brasília.

Aeroporto Internacional de Brasília
Situada em Lago Sul, Brasília – DF, 71608-900
Telefone: (61) 3364 – 9000

Aeroporto de Brasília

O Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek (IATA: BSB, ICAO: SBBR) é um aeroporto internacional na região administrativa da Lagoa Sul, no Distrito Federal. É o terceiro principal aeroporto do Brasil em porção de passageiros transportados e o primeiro aeroporto da América do Sul a usar com pistas simultâneas.
Com uma região de 1,334 quilômetros quadrados, o complexo aeroportuário conta com um sistema de acesso viário próprio. A DF-047 ( Estrada Parque Aeroporto – EPAR) é a fundamental via de acesso ao aeroporto. Toda estrutura para passageiros é atendida, a contar de a desativação do terminal 2, por um único terminal. O complexo aeroportuário foi dado à iniciativa privada em 6 de fevereiro de 2012 para o Consórcio Inframérica ao longo do tempo de 25 anos, pelo valor de 4,5 bilhões de reais.
Em 2019, foi assentado pela consultoria de vôo internacional OAG como o alcoviteiro mais brioso do mundo.

22. Saúde

De acordo com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Recenseamento, Brasília possuía um número de 1 756 estabelecimentos de saúde em 2009, sendo 148 públicos e 1 608 privados, os quais possuíam no seu conjunto de 5 294 leitos para internação, sendo que aproximadamente 3 700 são públicos. A município similarmente pode confiar com atendimento médico ambulatorial em especialidades básicas, atendimento odontológico com dentista e prestação de serviço ao Sistema Único de Saúde (SUS). A região administrativa de Brasília tem vários hospitais públicos, como o:

  • Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF),
  • Hospital Regional da Asa Norte (HRAN),
  • Hospital Regional da Asa Sul (HRAS), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, além do
  • Hospital Universitário de Brasília, da Universidade de Brasília (UnB).
Hospital de Base do Distrito Federal

Algumas das demais regiões administrativas similarmente contém hospitais públicos da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, em um todo de 12. O sistema de saúde pública da capital recebe distintas reclamações e críticas ( como é comum no Brasil ), acima de tudo por casos de incompetente atendimento, diversidade entre negros e brancos e ineficiência. Por outro lado, Brasília possui um dos maiores esboços de informatização do sistema de saúde no Brasil. A Região Administrativa de Brasília tem

quatro setores hospitalares:

  • Setor Hospitalar Local Norte (SHLN) – fim da Asa Norte;
  • Setor Hospitalar Local Sul (SHLS) – fim da Asa Sul;
  • Setor Médico Hospitalar Norte (SMHN) – Zona Central Norte, onde está o HRAN;
  • Setor Médico Hospitalar Sul (SMHS) – Zona Central Sul, onde está o HBDF.

Em abril de 2010 existiam 920 696 mulheres em idade produtivo ( entre 10 e 49 anos). Brasília contava em dezembro de 2009 com 595 anestesistas, 7 205 auxiliares de enfermagem, 633 cirurgiões gerais, 4 004 cirurgiões dentistas, 1 729 clínicos gerais, 2 745 enfermeiros, 530 farmacêuticos, 841 fisioterapeutas, 278 fonoaudiólogos, 1 371 gineco-obstetras, 146 médicos de família, 439 nutricionistas, 1 275 pediatras, 893 psicólogos, 223 psiquiatras, 465 radiologistas e 2 551 técnicos de enfermagem. Em 2008 foram registrados 44 168 nascidos vivos, sendo que 7,5% nasceram prematuros, 51,6% foram de partos cesáreos e 14,2% foram de mães entre 10 e 19 anos (0,6% entre 10 e 14 anos). A quota bruta de natalidade era de 17,3 por 100 mil moradores. No mesmo ano, a quantidade de mortalidade infantil era de 11,9 por mil nascidos vivos e a quantidade de óbitos era de 4 por mil moradores. Quanto a doenças comuns, o Distrito Federal teve 3 147 ocorrências de dengue de janeiro a agosto de 2008, aproximadamente duas vezes maior do que o registrado no mesmo tempo de 2007. Brasília possui uma das maiores taxas de ocorrência de câncer do Brasil. Em 2005, o Distrito Federal foi o recordista nacional de mortes de mulheres por câncer de mama, e os novos casos não diminuíram no ano posterior. Similarmente são numerosos os casos de câncer de pulmão, por causa de aos altos índices de fumo.

22.1 HOSPITAIS DE BRASÍLIA

HBDF (Hospital de Base do Distrito Federal)
(61) 33255050 / (61) 33254080
HRAN (Hospital da Asa Norte)
(61) 33254300 / (61) 33216200
HMIB (Hospital Materno Infantil do DF)
(61)34457500
HOSPITAL DE APOIO
(61) 33412701
HRT (Hospital Regional de Taguatinga)
(61) 33531000
HRC (Hospital Regional de Ceilândia)
(61) 34719000
HRB (Hospital Regional de Brazlândia)
(61) 34799600
HRP (Hospital Regional de Planaltina)
(61) 33889700
HRG (Hospital Regional do Gama)
(61) 33859700
HRS (Hospital Regional de Sobradinho)
(61) 34879200
HOSPITAL REGIONAL DO GUARÁ
(61) 35675322
HOSPITAL REGIONAL DO GUARÁ
(61) 33531500
HPAP (Hospital São Vicente de Paula)
(61) 33512241
SARAH KUBISTCHECK
(61) 33191111
HGO (Hospital Geral Ortopédico)
(61) 34429200
Hospital Santa Lúcia
(61) 34450000
Hospital Santa Luzia
(61) 34456000
HCNB (Hospital do Comando Naval de Brasília)
(61) 34457300
Hospital Brasília
(61) 32489000
HOSPITAL SANTA HELENA
(61) 32150000
HGB (Hospital Geral de Brasília)
(61) 33626300
HFAB (Hospital das Forças Aéreas de Brasília)
(61) 33647700
HFA (Hospital das Forças Armadas)
(61) 33624000
HOSPITAL UNIMED
(61) 32451155
HOSPITAL SÃO LUCAS
(61) 34455050
HOSPITAL ANCHIETA
(61) 33539000
HOSPITAL SANTA MARTA
(61) 33562727
HOSPITAL AMPARO
(61) 33563432
HOSPITAL REGIONAL DE SAMAMBAIA
(61) 30323882
HOSPITAL REGIONAL DO PARANOÁ
(61) 33699800
PRONTO NORTE
(61) 34489100
HEMOCENTRO
(61) 33274466 / (61) 33274424
PAM (Policlínica de Taguatinga)
(61) 33513535 / (61) 33538500
(GAPE)
(61) 33498000

23. Comunicações

Um dos passeios de Brasília é a Torre de Televisão, que permite vista panorâmica do Eixo Monumental, Lago Paranoá, Parque da Cidade e Asa Sul e Norte. A estrutura metálica de 75m, projetada por Lucio Costa, é a mais alta da América Latina

Brasília pode contar com muitos jornais impressos de grande movimentação, entre eles o Correio Braziliense (primeiro jornal do Distrito Federal), o Jornal de Brasília, o Aqui DF e o Metrópoles.

24. Cultura

Interior do Santuário Dom Bosco

Em Barcelona, Espanha, no dia 12 de dezembro de 2007, o Bureau Internacional de Capitais Culturais nomeou Brasília como a Capital Americana da Cultura para o ano de 2008, sucedendo Cusco. O Bureau promoveu uma eleição popular que elegeu as sete maravilhas do Acervo Cultural Material de Brasília: a Catedral, o Parlamento Nacional, o Palácio da Alvorada, o Palácio do Planalto, o Santuário da Boa Vontade, o Santuário Dom Bosco e a Ponte JK. Em 2017 Brasília se tornou uma das cidades inovadoras do design da UNESCO, próximo a Curitiba e, sucessivamente, Fortaleza ( em 2019).

Primeiro templo religioso da cidade, a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima

Brasília similarmente faz várias comemorações por ano. No campo do vestuário, ocorre a Capital Fashion Week, festa que segue o pensamento do São Paulo Fashion Week e tenta mostrar nacionalmente as marcas e modelos de Brasília e da Região Centro-Oeste. O carnaval é delimitado nos dias de hoje pelos desfiles de escolas de samba e blocos, sendo em especial influenciado pelo carnaval do Rio de Janeiro. Em Ceilândia, há o Ceilambódromo no qual se pode assistir ao corso. Entre as escolas de samba do município estão a ARUC e Acadêmicos da Asa Norte.

 

O Santuário Dom Bosco chama atenção pela luz azul que tinge todo ambiente. Isto se dá pois, no lugar de paredes, a igreja é cercada por vitrais

Na geração local de cinematografia, destaca-se o diretor Afonso Brazza, que se tornou cult graças a seus filmes policiais de baixo orçamento. Outro cineasta radicado na capital e bastante aclamado não apenas na município porém em todo país é o documentarista Vladimir Carvalho, instrutor de cinematografia da Faculdade de Brasília, que produziu 21 filmes documentários, parte deles sobre a própria história e realidades sociocultural e política do Distrito Federal e de Goiás. Todo ano ocorre o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, executado a partir de 1965, no momento em que se denominava Semana do Cinema Brasileiro. Firmou-se como um dos mais tradicionais do Brasil, sendo semelhante aos Espetáculos do Cine Brasileiro de Gramado, no Rio Grande do Sul, no entanto constantemente preservando a herança de apenas registrar e gratificar filmes brasileiros, princípio que nos momentos mais críticos da história cinematográfica brasileira foi desassistido por Gramado.

24.1 Museus

Os principais museus de Brasília estão situados no Eixo Monumental.

  •  Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, projetado por Oscar Niemeyer em forma de pomba e inaugurado em 1986 traz o “Livro dos Heróis da Pátria” com a história daqueles que teriam lutado pela união da nação.
  • Memorial JK apresenta diversos objetos pessoais (fotos, presentes, cartas) e o próprio túmulo do idealizador da cidade.
  • Memorial dos Povos Indígenas tem como objetivo mostrar um pouco da riqueza das culturas indígenas nacionais.
Memorial JK

Em 15 de dezembro de 2006, foi aberto o:

  • Complexo Cultural da República, um centro cultural localizado ao longo do Eixo Monumental, formado pela Biblioteca Nacional de Brasília e pelo Museu Nacional da República.

Biblioteca Nacional de Brasília ocupa uma área de 14 000 m², contando com salas de leitura e estudo, auditório e uma coleção de mais de 300 000 itens.

  • Museu Nacional da República é constituído por uma área de 14 500 m², dois auditórios com capacidade de 780 lugares e um laboratório. O espaço é usado principalmente para exibir exposições de arte temporárias.

Fora do Eixo Monumental, existe ainda o :

  • Museu de Arte de Brasília que conta com exposição permanente voltada para a arte moderna
  • Museu de Valores do Banco Central.

Na área de Diversões Norte, em maneira de uma grande pirâmide anormal, está instalado o essencial teatro do município, o Teatro Nacional Cláudio Santoro, com 3 salas, com nomeação em tributo a Villa-Lobos, Martins Pena e Alberto Nepomuceno. O Palácio da Alvorada, o Palácio do Planalto, a Catedral Metropolitana, assim como a maior parte dos edifícios oficiais no município, foram projetados por Oscar Niemeyer e Joaquim Cardozo conduzindo-se o jeito da construção moderna brasileira. Vistas a partir de o Eixo Monumental, a calota à canhota da obra da Assembleia Nacional do Brasil é a matriz do Senado e a da direita é a matriz da Assembleia dos Deputados. Entre eles há duas torres de escritórios. O Parlamento similarmente ocupa mais edifícios no arrabaldes, alguns deles relacionados por um subterrâneo. Na frente do imóvel, há um grande campo e uma lagoa, enquanto do outro lado da obra está a Praça dos 3 Poderes. O paisagista brasileiro Roberto Burle Marx projetou os jardins modernistas de alguns dos principais edifícios do município.

Como foi construída abaixo do nível do solo, a Catedral Metropolitana de Brasília revela-se maior por dentro do que se presume. O local reúne obras de Di Cavalcanti, Ceschiatti e Athos Bulcão

A Conexão Juscelino Kubitschek serve como ligamento entre a Lagoa Sul, Paranoá e São Sebastião e a parte central do Plano Piloto, por meio do Eixo Monumental, atravessando a Lagoa Paranoá. Aberta A princípio em 15 de dezembro de 2002, a estrutura da conexão possui um comprimento de passagem amplo de 1 200 metros, largura de 24 metros com duas pistas, cada uma com 3 faixas de rolamento, duas passarelas nas laterais para utilização de ciclistas e pedestres e comprimento completo dos vãos de 720 metros. Ela foi projetada pelo alarife Alexandre Chan e estruturada pelo engenheiro Mário Vila Verde. Chan ganhou a Medalha Gustav Lindenthal por esse projeto. A conexão é constituída por 3 arcos de aço assimétricos de 60 metros de altura que se cruzam em enviesado. Foi finalizada a um gasto de US$ 56,8 milhões. Além dos edifícios já citados, mais grandes patrimônios arquitetônicos do município são o:

  • Complexo Cultural da República, 
  • Memorial JK
  • Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
  • Torre de TV
  • a sede da Procuradoria Geral da República
  • Palácio do Buriti
  • Teatro Nacional Cláudio Santoro

Além de diversas embaixadas estrangeiras que criativamente encarnam qualidades de sua construção nacional.

25. Música

No final dos anos 1970, prevaleciam os ritmos regionais como o forró e a melodia sertaneja; nessa época, despontava no grupo Secos e Molhados o músico Ney Matogrosso, que foi profissional da zona de saúde na capital federal. No início dos anos 1980, apareceram diversas bandas de rock vindas de Brasília que fizeram sucesso no perspectiva nacional, como Multidão Urbana, Capital Principiante e Plebe Selvagem, todas com influência punk. Ao mesmo tempo, um carioca originado em Minas Gerais, Oswaldo Montenegro, tornava-se conhecido no município, montando espetáculos de das quais lista fazia parte Cássia Eller.

Grupo Secos e Molhados

Também no decêndio de 1980 surgiram, juntamente a esfera rock, o reggae de Renato Matos e mais movimentos culturais que criaram o Projeto Cabeças, de no qual vieram diversos artistas de Brasília. Na decêndio posterior, cresceram o hardcore dos Raimundos e o reggae do Natiruts. Alguns músicos e cantores que moraram em Brasília ao longo deste tempo foram Ney Matogrosso, Zélia Duncan e sócios da Legião Urbana e dos Paralamas do Sucesso. Hoje em dia, Brasília conta com o Festival Porão do Rock, que antevê expor novas bandas no contexto nacional. Esse espetáculo, inaugurado em 1998 na Concha Acústica a começar por um grupo de músicos que se reunia no subsolo de um imóvel comercial em uma das quadras da Asa Norte, ganhou, em 2000, sua primeira versão em maior grandeza no estacionamento do Arena Mané Garrincha, no qual é executado a datar de por isso. Similarmente é executado no município, uma vez ao ano, o Brasília Music Festival. Mais há pouco tempo, o choro tem ganhado adeptos em Brasília, ficando na obra de clubes de choro, como o Clube de Choro de Brasília. Brasília também possui se consolidado no hip hop. São originais do município as categorias Câmbio Negro, Viela 17, Guind’art 121 e o rapper GOG.

26. Esportes

O Distrito Federal é matriz de 2 clubes de futebol reconhecidos em todo a localidade nacional: o Brasiliense Futebol Clube ( de Taguatinga) e a Sociedade Esportiva do Gama ( ou apenas Gama ), que chegaram a integrar da primeira divisão do Torneio Brasileiro de Futebol, sendo que o melhor resultado da história foi o vice-campeonato do Brasiliense na Copa do Brasil na união de 2002. Os principais estádios de futebol são:

  • Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha
  • Estádio Elmo Serejo Farias (Serejão
  • Estádio Walmir Campelo Bezerra (Bezerrão).

O Arena Edson Arantes do Nascimento (Pelezão) foi o primeiro e predominante arena da capital à época de sua abertura, porém foi desassistido e arruinado em 2009. Brasília foi uma das seis cidades-sede dos jogos da Copa das Confederações de 2013 e uma das doze da Copa do Mundo de 2014, cujos jogos ocorreram no Arena Nacional de Brasília Mané Garrincha. Originalmente, a FIFA vetou o nome “Mané Garrincha” para as partidas da Copa das Confederações e da Copa do Mundo da FIFA, porém uma forte pressão do povaréu provocou a fundação voltar atrás e por isso reconhecê-lo como Arena Nacional de Brasília Mané Garrincha.

Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha

O arena está instalado no Complexo Poliesportivo Ayrton Senna ( antecessor Setor Esportivo ), um dos mais complexos centros poliesportivos do Brasil que similarmente abriga o Ginásio de Esportes Nilson Nelson, o Autódromo Internacional de Brasília Nelson Piquet, entre outras estruturas. Por ser um município localizado em altura superior a mil metros do nível do mar, Brasília têm exposto atletas de alto nível, corredores de fundo e meio fundo como: Joaquim Cruz e Hudson de Souza (800 e 1500 m rasos); Carmem de Oliveira e Lucélia Peres (5 000, 10 000 e maratona ); Valdenor Pereira dos Santos (5000 e 10 000 m); Marilson Gomes dos Santos (5000, 10 000, meia-maratona e maratona ). No tênis, o preponderante campeonato é o Aberto de Brasília, discutido em oito quadras da Academia de Tênis Resort, às margens da Lagoa Paranoá. Com o fecho da Academia, o campeonato que faz parte do ATP Challenger Tour, curto-circuito que acontece em cerca de 40 países, com 178 eventualidades atuais, foi procrastinado para o Iate Clube. No basquetebol, o abolido Lobos Brasília, antecessor representativo do município, foi vencedor da Liga das Américas, tricampeão da Liga Sul-Americana e tetracampeão do Torneio Brasileiro. Nos dias de hoje, os principais representantes do município no esporte são o Brasília Basquetebol e o Cerrado Basquetebol, os 2 disputando o Novo Basquetebol Brasil. Brasília foi postulante a matriz dos Jogos Olímpicos de Verão de 2000, porém teve sua candidatura abalada, e similarmente se candidatou a Universíada de Verão de 2017, no momento em que perdeu para Taipé, em Taiwan. Reputação inclusive para sediar a Universíada de Verão de 2019, após a renúncia das duas outras candidatas Baku e Budapeste poucos dias antes da escolha da matriz do espetáculo, Brasília declinou da escolha em 21 de janeiro de 2015, sob a pretexto que o município não teria condições financeiras de sediar o acontecimento.

27. Dias de feriados nacionais e locais e pontos facultativos

  • 1º de janeiro: Confraternização Universal (feriado nacional);
  •  quarta-feira de cinzas (ponto facultativo);
  • Paixão de Cristo (feriado nacional);
  •  21 de abril: Aniversário de Brasília (feriado local) e Tiradentes (feriado nacional);
  • 1º de maio: Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional);
  •  Corpus Christi (feriado nacional);
  • 7 de setembro: Independência do Brasil (feriado nacional);
  • 12 de outubro: Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional);
  • 28 de outubro: Dia do Servidor Público (ponto facultativo)
  • Finados (feriado nacional);
  • 15 de novembro: Proclamação da República (feriado nacional);
  • 20 de novembro: Dia da Consciência negra (ponto facultativo);
  • 30 de novembro: Dia do Evangélico (feriado local);
  • 24 de dezembro: Véspera de Natal (ponto facultativo após as 14 horas);
  • 25 de dezembro: Natal (feriado nacional);
  • 31 de dezembro: Véspera de Ano Novo (ponto facultativo após as 14 horas).

28. Lista de Igrejas em Brasília

Dentre as religiões que se encontra em Brasília podemos citar – BUDISMO, CANDOMBLÉ, CATÓLICA APOSTÓLICA BRASILEIRA, CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, CATÓLICA ORTODOXA, ESPÍRITA, ESPIRITUALISTA, EVANGÉLICA, HINDUÍSMO, IGREJA DE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS, ISLAMISMO, JUDAÍSMO, NOVAS RELIGIÕES ORIENTAIS, TESTEMUNHAS DE JEOVÁ, TRADIÇÕES ESOTÉRICAS, TRADIÇÕES INDÍGENAS, UMBANDA, UMBANDA E CANDOMBLÉ, OUTRAS DECLARAÇÕES DE RELIGIOSIDADES AFROBRASILEIRA, OUTRAS RELIGIÕES ORIENTAIS, OUTRAS RELIGIOSIDADES, OUTRAS RELIGIOSIDADES CRISTÃS.

Segue a listagem de endereços de algumas –

  • Igreja Evangélica Bola de Neve
    SIA Quadra 5C Lote 33
    SIA, SIA, DF
    (61) 8146-0056
  • Igreja Evangélica Assembléia de Deus
    SGAN 910 Módulo D
    Asa Norte, Brasília, DF
    (61) 3347-9791
  • Igreja Evangélica Apostólica Renascer em Cristo
    SIG Quadra 4 Lote 127
    SIG, Brasília, DF
    (61) 3344-7339
  • Ministério Vida & Plenitude
    QI 21 Lote 17/19 Setor Industrial
    Taguatinga Norte, Taguatinga, DF
  • Comunidade Evangélica Novo Tempo
    EQNN 17/19 Área Especial EC 28
    Ceilândia Norte, Ceilândia, DF
  • Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida
    Esplanada dos Ministérios, lote 12, Brasília – DF, 70050-000
     Telefone: (61) 3224-4073
  • Paróquia São Camilo de Lellis
    EQS 303 Lote A
    Asa Sul, Brasília, DF
    (61) 3226-0300
  • Igrejinha Nossa Senhora de Fátima
    Entrequadras 307/308
    Asa Sul, Brasília, DF
  • Catedral Santa Maria dos Militares Rainha da Paz
    Eixo Monumental
    Eixo Monumental, Brasília, DF
    (61) 3323-3858
  • Santuário Dom Bosco
    SEPS 702 bloco B
    Asa Sul, Brasília, DF
    (61) 3223-6542
  • Igrejinha Nossa Senhora de Fátima
    EQS 307/308
    Asa Sul, Brasília, DF
  • Igreja Cristã Maranata
    SQS 413
    Asa Sul, Brasília, DF
  • Mosteiro de São Bento
    SHIS QL 32 CONJUNTO B
    Lago Sul, Brasília, DF
    (61) 3367-7370
  • Mosteiro de São Bento de Brasília
    SHIS QL 32 – SEDB, Área Especial
    Lago Sul, Brasília, DF
    (61) 3367-2949
  • Templo Shin Budista Terra Pura
    Área Especial 315/316 Lote 5, Brasília
    (61) 3245-2469
  • Templo Nambei Higashi Honganji de Brasília
    lote Brasília, 72115-075, St. B Norte – Taguatinga
    (61) 3561-0702
  • Zen Brasília
     SCRN 704/705, Bloco “E”, Entrada 17, Sala 201 – Asa Norte,
    (61) 99811-0506
  • Comunidade Budista ZenPlanalto
    SHCS CLS 415 – Asa Sul, Brasília – DF, 70297-400
    (61) 99800-7158

29. Páginas da Cidade

  • Site: www.brasilia.df.gov.br
  • Facebook: https://www.facebook.com/govdf?ref=ts&fref=ts
  • Instagram: https://www.instagram.com/gov_df/
  • YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCNlpj8PJPsmn0xCM9n2k_Ug
  • Twitter: https://twitter.com/gov_df

 

(Fontes: http://www.df.gov.br/ https://www.ibge.gov.br/ http://www2.ebserh.gov.br/ https://www.visiteobrasil.com.br/ https://pt.wikipedia.org/ https://www.cl.df.gov.br/)